Campo do Ipiranga - São Paulo, SP
Sobre a Partida
Numa tarde de domingo abafada, em 27 de abril de 1924, o Campo do Ypiranga, na capital paulista, fervilhava. Era dia de clássico, um duelo entre a tradição do Ypiranga e a ascendente Portuguesa, num Campeonato Paulista que prometia reviravoltas. Os anfitriões, com a experiência de seus veteranos, buscavam consolidar sua posição na tabela. Do outro lado, a Lusa, ainda jovem mas já mostrando a fibra de seu artilheiro Xisto, queria desafiar o status quo.
Desde o apito inicial, a atmosfera era de nervos à flor da pele. O Ypiranga, impulsionado por sua torcida, abriu o placar com uma jogada magistral do atacante Formiga, que, em meio à zaga adversária, desferiu um chute imparável. A Portuguesa não se abateu, e Xisto, com sua velocidade e faro de gol, por pouco não empatou em um contra-ataque fulminante, mas o goleiro Sasso fez uma defesa espetacular.
No segundo tempo, a pressão do Ypiranga aumentou. Siriri, com sua habilidade, driblou dois defensores e, de bico, ampliou para 2 a 0, levando a multidão ao delírio. A Portuguesa, porém, jamais desistia: Xisto, enfim, superou Sasso com um chute rasteiro, dando esperança à Lusa e silenciando momentaneamente a torcida anfitriã. Mas o ímpeto do Ypiranga era forte demais. Em um escanteio, um zagueiro aproveitou a confusão na área e testou para o fundo das redes, fechando o placar em 3 a 1. Uma vitória contundente que reafirmava o Ypiranga como força a ser batida naquele Paulista.
Desde o apito inicial, a atmosfera era de nervos à flor da pele. O Ypiranga, impulsionado por sua torcida, abriu o placar com uma jogada magistral do atacante Formiga, que, em meio à zaga adversária, desferiu um chute imparável. A Portuguesa não se abateu, e Xisto, com sua velocidade e faro de gol, por pouco não empatou em um contra-ataque fulminante, mas o goleiro Sasso fez uma defesa espetacular.
No segundo tempo, a pressão do Ypiranga aumentou. Siriri, com sua habilidade, driblou dois defensores e, de bico, ampliou para 2 a 0, levando a multidão ao delírio. A Portuguesa, porém, jamais desistia: Xisto, enfim, superou Sasso com um chute rasteiro, dando esperança à Lusa e silenciando momentaneamente a torcida anfitriã. Mas o ímpeto do Ypiranga era forte demais. Em um escanteio, um zagueiro aproveitou a confusão na área e testou para o fundo das redes, fechando o placar em 3 a 1. Uma vitória contundente que reafirmava o Ypiranga como força a ser batida naquele Paulista.