Campo do Ipiranga - São Paulo, SP
Sobre a Partida
Na tarde abafada de 13 de maio de 1924, uma terça-feira incomum para o futebol, o Campo da Rua Comendador Rocha, casa do Ypiranga-SP, fervilhava. O Campeonato Paulista da APEA seguia seu ritmo implacável, e o confronto entre o tradicional Ypiranga e o combativo SC Internacional-SP prometia faíscas. Não era um "clássico" no sentido mais moderno, mas a rivalidade entre estes dois clubes paulistanos, fundados no início do século, era palpável, valendo mais do que apenas os pontos na tabela. Os gramados rústicos da época eram palco de duelos onde a técnica e a raça se misturavam.
O Internacional, ávido por um resultado fora de casa, abriu o placar. Em um lance rápido pela direita, a bola encontrou Neco, que, com astúcia, venceu o goleiro do Ypiranga, calando a torcida mandante por um breve instante. O Ypiranga, porém, tinha em suas fileiras o craque Petronilho de Brito, um verdadeiro malabarista da bola, cuja presença incendiava o ataque. No segundo tempo, em uma jogada de pura genialidade individual, Petronilho driblou dois marcadores e, com um chute preciso, estufou as redes, levando a torcida ao delírio. O empate parecia justo, dada a intensidade e a vontade de ambas as equipes. O 1 a 1 final refletiu a paridade de forças, deixando um gostinho de quero mais e a promessa de novos embates épicos na história do futebol paulista.
O Internacional, ávido por um resultado fora de casa, abriu o placar. Em um lance rápido pela direita, a bola encontrou Neco, que, com astúcia, venceu o goleiro do Ypiranga, calando a torcida mandante por um breve instante. O Ypiranga, porém, tinha em suas fileiras o craque Petronilho de Brito, um verdadeiro malabarista da bola, cuja presença incendiava o ataque. No segundo tempo, em uma jogada de pura genialidade individual, Petronilho driblou dois marcadores e, com um chute preciso, estufou as redes, levando a torcida ao delírio. O empate parecia justo, dada a intensidade e a vontade de ambas as equipes. O 1 a 1 final refletiu a paridade de forças, deixando um gostinho de quero mais e a promessa de novos embates épicos na história do futebol paulista.