Ponte Grande - São Paulo, SP
Sobre a Partida
Era um domingo de agosto de 1924, e o cenário do Campeonato Paulista da APEA fervilhava com a expectativa de mais uma rodada. No tradicional Campo da Floresta, o Sport Club Internacional-SP recebia o temido São Bento, que já ostentava títulos e uma reputação de equipe aguerrida e técnica. O clima, apesar de prometer um embate, transformou-se em uma tarde de pleno domínio visitante, com o rugido da torcida paulistana testemunhando a maestria beneditina.
Desde o apito inicial, a superioridade alvianil de São Bento se fez sentir. Com maestria tática e a imposição física de seus atletas, o time do capitão Bino controlava o meio-campo com passes precisos. Não tardou para que o ataque beneditino rompesse as linhas coloradanas. Formiga, o lendário artilheiro, abriu o placar com um chute indefensável, seguido por um gol de Palamone, que ampliou a vantagem ainda na primeira etapa, silenciando a torcida mandante. A agilidade de Palamone e a força de Formiga eram a tônica daquele ataque letal.
No segundo tempo, a orquestra de São Bento manteve o ritmo implacável. Enquanto os colorados do Inter-SP, liderados por um esforçado Nestor, tentavam esboçar reação, a defesa visitante, sólida como rocha, impedia qualquer investida. O ímpeto beneditino se traduziu em mais dois gols, selando uma goleada incontestável de 4 a 0. Um dos tentos finais, um primor de jogada coletiva, evidenciou a abissal diferença técnica naquele dia, que deixou o SC Internacional-SP em desvantagem no certame. Ao final dos 90 minutos, o São Bento reafirmava sua força no cenário paulista, em uma tarde de quatro gols e desencanto coloradano.
Desde o apito inicial, a superioridade alvianil de São Bento se fez sentir. Com maestria tática e a imposição física de seus atletas, o time do capitão Bino controlava o meio-campo com passes precisos. Não tardou para que o ataque beneditino rompesse as linhas coloradanas. Formiga, o lendário artilheiro, abriu o placar com um chute indefensável, seguido por um gol de Palamone, que ampliou a vantagem ainda na primeira etapa, silenciando a torcida mandante. A agilidade de Palamone e a força de Formiga eram a tônica daquele ataque letal.
No segundo tempo, a orquestra de São Bento manteve o ritmo implacável. Enquanto os colorados do Inter-SP, liderados por um esforçado Nestor, tentavam esboçar reação, a defesa visitante, sólida como rocha, impedia qualquer investida. O ímpeto beneditino se traduziu em mais dois gols, selando uma goleada incontestável de 4 a 0. Um dos tentos finais, um primor de jogada coletiva, evidenciou a abissal diferença técnica naquele dia, que deixou o SC Internacional-SP em desvantagem no certame. Ao final dos 90 minutos, o São Bento reafirmava sua força no cenário paulista, em uma tarde de quatro gols e desencanto coloradano.