Ponte Grande - São Paulo, SP
Sobre a Partida
No dia 28 de setembro de 1924, uma tensa tarde de domingo no Estádio da Ponte Grande via o Corinthians, bicampeão paulista e favorito absoluto, lutar por um feito inédito: o tricampeonato. A Fiel, esperançosa, lotava as arquibancadas para ver seus heróis Neco, Amílcar e o lendário goleiro Tuffy. Contudo, o adversário era o São Bento, uma equipe aguerrida e em ascensão, que se consolidaria como campeã no ano seguinte, e que chegava à casa corintiana para desafiar o gigante.
O jogo começou com intensa disputa no meio-campo. A estratégia do São Bento, com sua defesa sólida liderada por Dino e Guimarães, e um meio-campo incansável, neutralizava as investidas alvinegras. Neco e Rato eram constantemente cercados. Aos 28 minutos do primeiro tempo, em um contra-ataque veloz, Bastião do São Bento surpreendeu a defesa corintiana e finalizou com precisão, batendo Tuffy para abrir o placar. O silêncio da torcida era quase palpável.
No segundo tempo, o Corinthians pressionou em busca do empate, mas a atuação brilhante do goleiro e da zaga do São Bento segurava o ímpeto. Aos 17 minutos, aproveitando um espaço deixado pela defesa corintiana, Mário recebeu na área e chutou rasteiro, balançando as redes novamente e consolidando o placar em 2 a 0. O apito final ecoou como um aviso: a jornada pelo tricampeonato ficava mais difícil, e o São Bento provava ser um adversário de respeito, capaz de estragar os planos dos maiores.
O jogo começou com intensa disputa no meio-campo. A estratégia do São Bento, com sua defesa sólida liderada por Dino e Guimarães, e um meio-campo incansável, neutralizava as investidas alvinegras. Neco e Rato eram constantemente cercados. Aos 28 minutos do primeiro tempo, em um contra-ataque veloz, Bastião do São Bento surpreendeu a defesa corintiana e finalizou com precisão, batendo Tuffy para abrir o placar. O silêncio da torcida era quase palpável.
No segundo tempo, o Corinthians pressionou em busca do empate, mas a atuação brilhante do goleiro e da zaga do São Bento segurava o ímpeto. Aos 17 minutos, aproveitando um espaço deixado pela defesa corintiana, Mário recebeu na área e chutou rasteiro, balançando as redes novamente e consolidando o placar em 2 a 0. O apito final ecoou como um aviso: a jornada pelo tricampeonato ficava mais difícil, e o São Bento provava ser um adversário de respeito, capaz de estragar os planos dos maiores.