Ulrico Mursa - Santos, SP
Sobre a Partida
Santos, 20 de maio de 1945. Enquanto o mundo emergia de um conflito global, o Brasil vibrava com seu futebol, e o Campeonato Paulista de 1945 era um palco efervescente. No tradicional Campo da Caneleira, o Jabaquara, o aguerrido “Leão da Caneleira”, recebia o Comercial da Capital Paulista. Para a apaixonada torcida santista, não era apenas mais uma partida, mas um confronto de orgulho contra um representante da metrópole, uma chance de afirmar a força do futebol praiano.
O início foi tenso. O Comercial, com a agilidade de Gatão e a visão de Remo no meio-campo, surpreendeu e abriu o placar, silenciando momentaneamente a torcida. Contudo, o Jabaquara tinha trunfos. Com a experiência do consagrado atacante Perácio – artilheiro e ídolo que emprestava seu talento à Caneleira – e a velocidade do ponta Liminha, a reação não tardou. Gordinho empatou e, logo em seguida, Perácio, com sua classe habitual, virou o jogo, levando o Estádio Ulrico Mursa ao delírio.
No segundo tempo, o jogo se abriu em uma batalha de ataques. O goleiro Ruy, do Jabuca, fez intervenções cruciais sob a pressão do Comercial, que buscava o empate. Mas era o dia dos donos da casa. Rubinho ampliou para 3 a 1, dando folga no placar. Apesar de os visitantes ainda esboçarem uma reação e diminuírem, foi Bica quem selou a vitória por 4 a 2, com um gol que sacramentou o triunfo e a festa da torcida. Uma vitória memorável que ressoou como um grito de força do futebol santista naqueles tempos.
O início foi tenso. O Comercial, com a agilidade de Gatão e a visão de Remo no meio-campo, surpreendeu e abriu o placar, silenciando momentaneamente a torcida. Contudo, o Jabaquara tinha trunfos. Com a experiência do consagrado atacante Perácio – artilheiro e ídolo que emprestava seu talento à Caneleira – e a velocidade do ponta Liminha, a reação não tardou. Gordinho empatou e, logo em seguida, Perácio, com sua classe habitual, virou o jogo, levando o Estádio Ulrico Mursa ao delírio.
No segundo tempo, o jogo se abriu em uma batalha de ataques. O goleiro Ruy, do Jabuca, fez intervenções cruciais sob a pressão do Comercial, que buscava o empate. Mas era o dia dos donos da casa. Rubinho ampliou para 3 a 1, dando folga no placar. Apesar de os visitantes ainda esboçarem uma reação e diminuírem, foi Bica quem selou a vitória por 4 a 2, com um gol que sacramentou o triunfo e a festa da torcida. Uma vitória memorável que ressoou como um grito de força do futebol santista naqueles tempos.