Ulrico Mursa - Santos, SP
Sobre a Partida
Em um domingo de junho de 1945, com o mundo ainda se recompondo das cicatrizes da guerra, o calor de Santos não impedia que o Estádio Ulrico Mursa fervilhasse. Pela 13ª rodada do Campeonato Paulista, um Jabaquara aguerrido, o 'Leão do Litoral', recebia o tradicional Ypiranga da capital. Era um confronto de David e Golias, com os jabaquarenses buscando provar seu valor e os ypiranguistas defendendo a honra de um dos clubes mais antigos do estado.
A torcida, empolgada, assistiu a um embate eletrizante. Logo aos 15 minutos, o centroavante do Jabaquara, com um potente chute, abriu o placar, levando a arquibancada ao delírio. Mas o Ypiranga, com a maestria de Dico no meio-campo e a velocidade de Ruy no ataque, não tardou a reagir. Aos 30, Ruy empatou, silenciando momentaneamente a massa santista.
No segundo tempo, a balança pendeu novamente para o lado rubro-amarelo. Em um lance de pura garra, o Jabaquara fez o segundo, e pouco depois, o terceiro gol, explorando a desatenção da zaga adversária. O Ulrico Mursa explodiu em festa. O Ypiranga, sentindo o golpe, partiu para o tudo ou nada. Teixeirinha, com um lance individual brilhante, diminuiu para 3 a 2 nos minutos finais, injetando dramatismo nos últimos segundos.
Com o apito final, a vitória do Jabaquara por 3 a 2 foi celebrada como um triunfo heroico. Não era apenas mais uma partida, mas a afirmação de um time da Baixada Santista que ousava desafiar as potências da capital, um capítulo de luta e glória no glorioso Campeonato Paulista de 1945.
A torcida, empolgada, assistiu a um embate eletrizante. Logo aos 15 minutos, o centroavante do Jabaquara, com um potente chute, abriu o placar, levando a arquibancada ao delírio. Mas o Ypiranga, com a maestria de Dico no meio-campo e a velocidade de Ruy no ataque, não tardou a reagir. Aos 30, Ruy empatou, silenciando momentaneamente a massa santista.
No segundo tempo, a balança pendeu novamente para o lado rubro-amarelo. Em um lance de pura garra, o Jabaquara fez o segundo, e pouco depois, o terceiro gol, explorando a desatenção da zaga adversária. O Ulrico Mursa explodiu em festa. O Ypiranga, sentindo o golpe, partiu para o tudo ou nada. Teixeirinha, com um lance individual brilhante, diminuiu para 3 a 2 nos minutos finais, injetando dramatismo nos últimos segundos.
Com o apito final, a vitória do Jabaquara por 3 a 2 foi celebrada como um triunfo heroico. Não era apenas mais uma partida, mas a afirmação de um time da Baixada Santista que ousava desafiar as potências da capital, um capítulo de luta e glória no glorioso Campeonato Paulista de 1945.