Palestra Itália - São Paulo, SP
Sobre a Partida
Setembro de 1945. A poeira da guerra mundial mal assentara, mas nos campos de futebol brasileiros, a paixão já fervilhava com a intensidade de sempre. No lendário Estádio Municipal do Pacaembu, a Portuguesa de Desportos, com sua camisa rubro-verde vibrante, recebia o modesto Comercial da Capital em um confronto do Campeonato Paulista. Era 22 de setembro, um sábado de sol que prometia futebol arte e a Lusa, embalada pela torcida, não decepcionaria.
A Portuguesa, que contava com o brilho de craques como o habilidoso Liminha e o faro de gol de Nininho, entrou em campo como franca favorita. Aos 18 minutos do primeiro tempo, Nininho, em uma arrancada fulminante pela esquerda, abriu o placar, fazendo a torcida lusitana explodir em júbilo. Pouco depois, Liminha, com sua genialidade habitual, ampliou em um lance de pura magia, driblando a defesa adversária antes de finalizar com maestria, mostrando por que era um dos mais temidos atacantes da época.
O Comercial, lutando bravamente para evitar um vexame maior, conseguiu um gol de honra antes do intervalo, pegando a defesa da Lusa de surpresa e acendendo uma faísca de esperança. Contudo, o segundo tempo foi um monólogo rubro-verde. Djalma Freitas, com um chute potente de fora da área, deixou sua marca, e novamente Liminha, fechando o marcador com seu segundo gol na partida, selou a goleada de 4 a 1. A vitória não apenas somava pontos preciosos, mas reafirmava a força da Portuguesa naquele Paulista de uma era dourada do futebol.
A Portuguesa, que contava com o brilho de craques como o habilidoso Liminha e o faro de gol de Nininho, entrou em campo como franca favorita. Aos 18 minutos do primeiro tempo, Nininho, em uma arrancada fulminante pela esquerda, abriu o placar, fazendo a torcida lusitana explodir em júbilo. Pouco depois, Liminha, com sua genialidade habitual, ampliou em um lance de pura magia, driblando a defesa adversária antes de finalizar com maestria, mostrando por que era um dos mais temidos atacantes da época.
O Comercial, lutando bravamente para evitar um vexame maior, conseguiu um gol de honra antes do intervalo, pegando a defesa da Lusa de surpresa e acendendo uma faísca de esperança. Contudo, o segundo tempo foi um monólogo rubro-verde. Djalma Freitas, com um chute potente de fora da área, deixou sua marca, e novamente Liminha, fechando o marcador com seu segundo gol na partida, selou a goleada de 4 a 1. A vitória não apenas somava pontos preciosos, mas reafirmava a força da Portuguesa naquele Paulista de uma era dourada do futebol.