Pacaembu - São Paulo, SP
Sobre a Partida
O Estádio do Canindé, em 6 de setembro de 1961, respirava futebol em uma noite de quarta-feira pelo Campeonato Paulista. A Portuguesa de Desportos, com sua rica tradição e o brilho de craques, recebia a aguerrida Esportiva de Guaratinguetá. Para a Lusa, cada ponto era vital na busca pelas primeiras posições em um campeonato tão disputado; para o time do interior, a chance de um feito histórico contra um dos grandes da capital paulista.
A torcida rubro-verde esperava uma vitória tranquila, e a equipe de Canindé não demorou a mostrar suas intenções. Com o lateral-direito Djalma Santos, bicampeão mundial, ditando o ritmo com lançamentos precisos, e o jovem e promissor centroavante Servílio na área, a Portuguesa abriu o placar ainda no primeiro tempo, aliviando a tensão nas arquibancadas. Parecia que o jogo seguiria o roteiro esperado.
Mas a Esportiva, liderada por seu capitão e com uma defesa bem postada, não se entregaria fácil. Em um contra-ataque surpreendente, aproveitando um erro na saída de bola da Lusa, os visitantes empataram, calando o Canindé e reacendendo a esperança para os poucos torcedores de Guaratinguetá presentes. A atmosfera mudou, e o gigante foi desafiado.
A Portuguesa precisou de sua raça e talento para retomar o controle. Com a maestria de Ênio Andrade no meio-campo e a velocidade de seus pontas, o time da casa pressionou incansavelmente. Um gol de cabeça, após escanteio cobrado com precisão, recolocou a Lusa em vantagem antes do intervalo. No segundo tempo, para selar a vitória por 3 a 1, a equipe impôs seu jogo e marcou o terceiro, garantindo os preciosos pontos e reafirmando sua força no Paulistão. A Esportiva, apesar da derrota, saiu de campo com a cabeça erguida, por ter desafiado um gigante e feito o Canindé suar.
A torcida rubro-verde esperava uma vitória tranquila, e a equipe de Canindé não demorou a mostrar suas intenções. Com o lateral-direito Djalma Santos, bicampeão mundial, ditando o ritmo com lançamentos precisos, e o jovem e promissor centroavante Servílio na área, a Portuguesa abriu o placar ainda no primeiro tempo, aliviando a tensão nas arquibancadas. Parecia que o jogo seguiria o roteiro esperado.
Mas a Esportiva, liderada por seu capitão e com uma defesa bem postada, não se entregaria fácil. Em um contra-ataque surpreendente, aproveitando um erro na saída de bola da Lusa, os visitantes empataram, calando o Canindé e reacendendo a esperança para os poucos torcedores de Guaratinguetá presentes. A atmosfera mudou, e o gigante foi desafiado.
A Portuguesa precisou de sua raça e talento para retomar o controle. Com a maestria de Ênio Andrade no meio-campo e a velocidade de seus pontas, o time da casa pressionou incansavelmente. Um gol de cabeça, após escanteio cobrado com precisão, recolocou a Lusa em vantagem antes do intervalo. No segundo tempo, para selar a vitória por 3 a 1, a equipe impôs seu jogo e marcou o terceiro, garantindo os preciosos pontos e reafirmando sua força no Paulistão. A Esportiva, apesar da derrota, saiu de campo com a cabeça erguida, por ter desafiado um gigante e feito o Canindé suar.