Rua Javari - São Paulo, SP
Sobre a Partida
No calorento domingo de 10 de setembro de 1961, o tradicional Estádio Conde Rodolfo Crespi, a icônica Rua Javari, testemunhou um massacre que ecoaria por décadas no Campeonato Paulista. A Juventus, briosa mas em desvantagem técnica, recebia a temível Ferroviária de Araraquara, a 'Locomotiva Grená', que vivia um dos seus períodos mais gloriosos. Mal sabia o "Moleque Travesso" que uma tarde de pesadelo se desenhava.
Desde o apito inicial, a superioridade da Ferroviária foi avassaladora. Com um meio-campo magistralmente orquestrado por Bazani, um dos maiores craques de sua geração, e a letalidade de atacantes como Téia e Bazzaninho, a equipe visitante transformou a defesa juventina em uma peneira. Gols caíam como chuva, com a Locomotiva Grená demonstrando um futebol ofensivo e implacável. Mesmo com os esforços e os dois gols de honra do time da Mooca, o placar não mentia a diferença em campo. Foi um 2 a 7 acachapante, uma goleada histórica que marcou a jornada da Ferroviária rumo às primeiras posições e deixou a Juventus atordoada, lamentando a fúria implacável da 'Locomotiva'. Uma tarde para jamais ser esquecida pelos torcedores grenás e, certamente, pelos alvirrubros.
Desde o apito inicial, a superioridade da Ferroviária foi avassaladora. Com um meio-campo magistralmente orquestrado por Bazani, um dos maiores craques de sua geração, e a letalidade de atacantes como Téia e Bazzaninho, a equipe visitante transformou a defesa juventina em uma peneira. Gols caíam como chuva, com a Locomotiva Grená demonstrando um futebol ofensivo e implacável. Mesmo com os esforços e os dois gols de honra do time da Mooca, o placar não mentia a diferença em campo. Foi um 2 a 7 acachapante, uma goleada histórica que marcou a jornada da Ferroviária rumo às primeiras posições e deixou a Juventus atordoada, lamentando a fúria implacável da 'Locomotiva'. Uma tarde para jamais ser esquecida pelos torcedores grenás e, certamente, pelos alvirrubros.