Monsenhor da Silva Bastos - Taubaté, SP
Sobre a Partida
Na tarde de 15 de outubro de 1961, o Estádio Joaquim de Morais Filho, em Taubaté, pulsava com a expectativa de um "David contra Golias" particular. O aguerrido Esporte Clube Taubaté recebia o Corinthians, em uma jornada do Campeonato Paulista que prometia faíscas. O Timão, vivendo um período de jejum de grandes títulos, buscava redenção, mas encontrava no Vale do Paraíba um adversário com fome de glória.
A partida foi um verdadeiro espetáculo de emoção. O Corinthians abriu o placar com Zague, o "Lobinho", em jogada de puro oportunismo, silenciando momentaneamente a torcida local. Contudo, o Taubaté não se intimidou. Em um lance de garra, o centroavante Zezinho, o "Guardião do Vale", empatou, levando o Joaquinzão ao delírio. Aos poucos, a técnica corintiana, com Luizinho ditando o ritmo, voltava a prevalecer, e Walmir recolocou o Alvinegro na frente antes do intervalo, num belo chute de fora da área.
No segundo tempo, a pressão do Taubaté, empurrado por sua fanática torcida, foi incessante. O Corinthians tentava segurar o ímpeto, contando com a experiência de Oreco na defesa. Mas, no apagar das luzes, em uma jogada de pura insistência e com o coração na ponta da chuteira, o ponta Nicanor marcou o gol do empate, um 2 a 2 heroico que valia como vitória para os donos da casa e deixava o Corinthians com um gosto amargo na boca, tropeçando na busca por um título que demoraria a vir. Um clássico do interior que ficou na memória.
A partida foi um verdadeiro espetáculo de emoção. O Corinthians abriu o placar com Zague, o "Lobinho", em jogada de puro oportunismo, silenciando momentaneamente a torcida local. Contudo, o Taubaté não se intimidou. Em um lance de garra, o centroavante Zezinho, o "Guardião do Vale", empatou, levando o Joaquinzão ao delírio. Aos poucos, a técnica corintiana, com Luizinho ditando o ritmo, voltava a prevalecer, e Walmir recolocou o Alvinegro na frente antes do intervalo, num belo chute de fora da área.
No segundo tempo, a pressão do Taubaté, empurrado por sua fanática torcida, foi incessante. O Corinthians tentava segurar o ímpeto, contando com a experiência de Oreco na defesa. Mas, no apagar das luzes, em uma jogada de pura insistência e com o coração na ponta da chuteira, o ponta Nicanor marcou o gol do empate, um 2 a 2 heroico que valia como vitória para os donos da casa e deixava o Corinthians com um gosto amargo na boca, tropeçando na busca por um título que demoraria a vir. Um clássico do interior que ficou na memória.