Sobre a Partida
Na tarde fria de 18 de outubro de 1961, o Estádio do Canindé pulsava com a expectativa de mais uma jornada do Campeonato Paulista. A Portuguesa de Desportos, com sua rica tradição e um elenco respeitável, recebia o aguerrido Noroeste de Bauru, uma equipe sempre disposta a surpreender os grandes da capital. Era um duelo de estilos: a técnica lusitana contra a garra do Alvirrubro do interior.
A Lusa, comandada em campo pela inteligência e segurança do lendário Djalma Santos, um lateral-direito que marcava época, buscava consolidar sua posição na tabela. O Noroeste, por sua vez, almejava pontuar para se afastar da parte inferior. O jogo começou elétrico, com a Portuguesa impondo seu ritmo. Logo aos 15 minutos, a torcida lusitana explodiu: após uma bela trama ofensiva, Ocimar, com sua agilidade característica, recebeu na área e finalizou certeiro, sem chances para o goleiro bauruense, abrindo o placar para a Lusa.
O Noroeste tentou reagir, mas a defesa da Portuguesa, bem postada, conseguia neutralizar as investidas adversárias. No segundo tempo, a Portuguesa ampliou sua vantagem. Nelsinho, em tarde inspirada, arriscou de fora da área e acertou um belíssimo chute que morreu no fundo das redes, um golaço que levantou a plateia no Canindé. Com 2 a 0 no placar, a vitória parecia encaminhada.
Contudo, o Noroeste não se entregou e, em um contra-ataque fulminante, conseguiu diminuir o marcador com um lance de puro oportunismo, reacendendo a esperança dos visitantes. Mas a reação parou por aí. A Portuguesa manteve o controle do jogo e, para selar a vitória, o próprio Djalma Santos, com sua costumeira categoria, cobrou um pênalti com maestria, definindo o placar em 3 a 1. Uma vitória importante para a Portuguesa, que seguia firme em sua caminhada no Paulistão de 1961, mostrando a força de seu futebol arte.
A Lusa, comandada em campo pela inteligência e segurança do lendário Djalma Santos, um lateral-direito que marcava época, buscava consolidar sua posição na tabela. O Noroeste, por sua vez, almejava pontuar para se afastar da parte inferior. O jogo começou elétrico, com a Portuguesa impondo seu ritmo. Logo aos 15 minutos, a torcida lusitana explodiu: após uma bela trama ofensiva, Ocimar, com sua agilidade característica, recebeu na área e finalizou certeiro, sem chances para o goleiro bauruense, abrindo o placar para a Lusa.
O Noroeste tentou reagir, mas a defesa da Portuguesa, bem postada, conseguia neutralizar as investidas adversárias. No segundo tempo, a Portuguesa ampliou sua vantagem. Nelsinho, em tarde inspirada, arriscou de fora da área e acertou um belíssimo chute que morreu no fundo das redes, um golaço que levantou a plateia no Canindé. Com 2 a 0 no placar, a vitória parecia encaminhada.
Contudo, o Noroeste não se entregou e, em um contra-ataque fulminante, conseguiu diminuir o marcador com um lance de puro oportunismo, reacendendo a esperança dos visitantes. Mas a reação parou por aí. A Portuguesa manteve o controle do jogo e, para selar a vitória, o próprio Djalma Santos, com sua costumeira categoria, cobrou um pênalti com maestria, definindo o placar em 3 a 1. Uma vitória importante para a Portuguesa, que seguia firme em sua caminhada no Paulistão de 1961, mostrando a força de seu futebol arte.