Luiz Pereira - Ribeirão Preto, SP
Sobre a Partida
O Pacaembu efervescia em 4 de setembro de 1965, em um embate válido pelo Campeonato Paulista que prometia mais um espetáculo do "Balé Branco". De um lado, o Santos, a máquina invencível, recheado de estrelas que encantavam o mundo. Do outro, o valente Botafogo de Ribeirão Preto, que, apesar da coragem, se via diante de um desafio hercúleo. A rivalidade era a do pequeno contra o gigante, do time em ascensão contra a hegemonia. A torcida, majoritariamente santista, ansiava por ver Pelé em ação, ao lado de craques como Gylmar, Carlos Alberto, Lima, Coutinho e o canhão de Pepe.
O apito inicial foi o prelúdio de um verdadeiro massacre. O Rei Pelé, em uma tarde inspiradíssima, desfilou sua genialidade, marcando gols com a facilidade de um virtuose. Coutinho, seu parceiro ideal, e Pepe, com seus petardos indefensáveis, também balançaram as redes, transformando o gramado em um palco para a supremacia santista. Mesmo diante da avalanche, o Botafogo teve um lampejo de orgulho: o craque Macalé, em um momento de pura superação, conseguiu vazar Gylmar, anotando o único gol para a equipe de Ribeirão Preto, um breve suspiro em meio à tormenta.
Mas o Santos era imparável. Pelé ainda marcaria mais vezes, totalizando um hat-trick, e Dorval e Carlos Alberto também deixaram suas marcas, selando a impiedosa goleada por 7 a 1. Foi uma lição de futebol, uma demonstração de força que reafirmou o poder do time da Vila Belmiro na corrida por mais um título paulista, e um dia para ser lembrado pela magnitude da vitória do Rei e sua corte.
O apito inicial foi o prelúdio de um verdadeiro massacre. O Rei Pelé, em uma tarde inspiradíssima, desfilou sua genialidade, marcando gols com a facilidade de um virtuose. Coutinho, seu parceiro ideal, e Pepe, com seus petardos indefensáveis, também balançaram as redes, transformando o gramado em um palco para a supremacia santista. Mesmo diante da avalanche, o Botafogo teve um lampejo de orgulho: o craque Macalé, em um momento de pura superação, conseguiu vazar Gylmar, anotando o único gol para a equipe de Ribeirão Preto, um breve suspiro em meio à tormenta.
Mas o Santos era imparável. Pelé ainda marcaria mais vezes, totalizando um hat-trick, e Dorval e Carlos Alberto também deixaram suas marcas, selando a impiedosa goleada por 7 a 1. Foi uma lição de futebol, uma demonstração de força que reafirmou o poder do time da Vila Belmiro na corrida por mais um título paulista, e um dia para ser lembrado pela magnitude da vitória do Rei e sua corte.