Fonte Luminosa - Araraquara, SP
Sobre a Partida
Era uma tarde de domingo tensa no interior paulista. Em 17 de outubro de 1965, o Estádio da Fonte Luminosa, em Araraquara, fervilhava para o clássico regional entre Ferroviária e Noroeste, válido pelo Campeonato Paulista. A Locomotiva Grená, comandada por nomes como o ídolo Bazani, tentava impor sua força em casa contra o Alvirrubro de Bauru, que vinha com uma equipe aguerrida e ares de surpresa. O duelo caipira prometia faíscas.
O jogo começou com a Ferroviária pressionando, incentivada por sua apaixonada torcida. Lances de perigo surgiam dos pés de Zé Luis e Téia, mas a defesa do Noroeste, liderada por Gelson e com a segurança do goleiro Geraldo, se mostrava intransponível. Aos poucos, os visitantes começaram a sair para o ataque. Em uma jogada rápida pela ponta, Saponga cruzou na medida para Maneca, que testou firme para abrir o placar, calando a Fonte Luminosa.
A AFE sentiu o golpe e tentou reagir, mas a inspiração parecia ter abandonado seus atacantes. No segundo tempo, em um contra-ataque fulminante, Gildo recebeu a bola na intermediária, driblou dois defensores e, com um chute indefensável, estufou as redes, decretando o segundo gol do Noroeste. A festa era alvirrubra em Araraquara, e a Ferroviária, apesar da luta de Bazani, não conseguiu superar a tarde infeliz, amargando uma dolorosa derrota por 2 a 0 em seu próprio campo. Um 'Clássico do Interior' que o Noroeste jamais esqueceria e que deixou um gosto amargo para os afeanos.
O jogo começou com a Ferroviária pressionando, incentivada por sua apaixonada torcida. Lances de perigo surgiam dos pés de Zé Luis e Téia, mas a defesa do Noroeste, liderada por Gelson e com a segurança do goleiro Geraldo, se mostrava intransponível. Aos poucos, os visitantes começaram a sair para o ataque. Em uma jogada rápida pela ponta, Saponga cruzou na medida para Maneca, que testou firme para abrir o placar, calando a Fonte Luminosa.
A AFE sentiu o golpe e tentou reagir, mas a inspiração parecia ter abandonado seus atacantes. No segundo tempo, em um contra-ataque fulminante, Gildo recebeu a bola na intermediária, driblou dois defensores e, com um chute indefensável, estufou as redes, decretando o segundo gol do Noroeste. A festa era alvirrubra em Araraquara, e a Ferroviária, apesar da luta de Bazani, não conseguiu superar a tarde infeliz, amargando uma dolorosa derrota por 2 a 0 em seu próprio campo. Um 'Clássico do Interior' que o Noroeste jamais esqueceria e que deixou um gosto amargo para os afeanos.