Pacaembu - São Paulo, SP
Sobre a Partida
Noite de quarta-feira, 15 de dezembro de 1965. O Pacaembu pulsava, mas a Fiel Corintiana carregava o peso de um jejum de títulos. Naquela altura do Campeonato Paulista, a esperança por uma taça era tênue, mas a cada jogo, a paixão se renovava. E o que se viu contra o tradicional XV de Piracicaba não foi apenas uma vitória, foi um verdadeiro espetáculo de alento e redenção.
O time do Parque São Jorge, comandado em campo pelo maestro Dino Sani no meio-campo, entrou em campo determinado a esmagar o adversário. O placar elástico de 7 a 0 narra por si só o massacre. O centroavante Flávio Minuano foi implacável, fuzilando a meta piracicabana quatro vezes, mostrando sua veia artilheira. O veloz ponteiro Nei não ficou atrás, contribuindo com dois gols de pura agilidade e precisão.
Mas o lance que arrancaria suspiros e acenderia a chama de um futuro brilhante veio dos pés do jovem Roberto Rivellino. Ainda em seu ano de estreia, o 'Reizinho' já dava amostras de sua genialidade, marcando um gol que prenunciava a lenda que se tornaria. Jair Marinho e Ditão garantiam a solidez defensiva à frente de Marcial.
Foi um show alvinegro, uma lavada que lavou a alma da torcida, que, mesmo sem o título em 1965, pôde vibrar com uma goleada histórica, um raro momento de pura alegria em tempos de escassez de troféus. Uma noite para ser contada e recontada na história do Corinthians.
O time do Parque São Jorge, comandado em campo pelo maestro Dino Sani no meio-campo, entrou em campo determinado a esmagar o adversário. O placar elástico de 7 a 0 narra por si só o massacre. O centroavante Flávio Minuano foi implacável, fuzilando a meta piracicabana quatro vezes, mostrando sua veia artilheira. O veloz ponteiro Nei não ficou atrás, contribuindo com dois gols de pura agilidade e precisão.
Mas o lance que arrancaria suspiros e acenderia a chama de um futuro brilhante veio dos pés do jovem Roberto Rivellino. Ainda em seu ano de estreia, o 'Reizinho' já dava amostras de sua genialidade, marcando um gol que prenunciava a lenda que se tornaria. Jair Marinho e Ditão garantiam a solidez defensiva à frente de Marcial.
Foi um show alvinegro, uma lavada que lavou a alma da torcida, que, mesmo sem o título em 1965, pôde vibrar com uma goleada histórica, um raro momento de pura alegria em tempos de escassez de troféus. Uma noite para ser contada e recontada na história do Corinthians.