Brinco de Ouro - Campinas, SP
Sobre a Partida
Era um domingo de efervescência futebolística em Campinas, 10 de dezembro de 1967. O Campeonato Paulista se aproximava de seu clímax, e o Brinco de Ouro da Princesa se vestia para receber um confronto de peso: o Guarani, o valente Bugre, contra o São Paulo Futebol Clube, um gigante em busca de um título que não conquistava desde 1957. Sob o comando de Tite, o Tricolor, que contava com a segurança de Roberto Dias na defesa e a astúcia de jogadores como Prado e Benê no ataque, impunha seu ritmo. A torcida bugrina, apaixonada, via sua equipe lutar com garra, mas a solidez são-paulina era inegável.
O São Paulo abriu o placar com Prado, um atacante oportunista que soube se desvencilhar da marcação para balançar as redes. O gol trazia um misto de euforia para os tricolores e um balde de água fria para os donos da casa. O Guarani, apesar do esforço de seus atletas, não conseguia furar a bem postada defesa adversária. No segundo tempo, Benê, com sua técnica e faro de gol, sacramentou a vitória com o segundo tento, calando o Brinco de Ouro. O placar de 2 a 0 era um passo gigantesco na caminhada do São Paulo rumo ao tão almejado troféu do Paulistão de 1967, que se concretizaria semanas depois. Uma tarde decisiva que marcou a superioridade tricolor naquele campeonato histórico.
O São Paulo abriu o placar com Prado, um atacante oportunista que soube se desvencilhar da marcação para balançar as redes. O gol trazia um misto de euforia para os tricolores e um balde de água fria para os donos da casa. O Guarani, apesar do esforço de seus atletas, não conseguia furar a bem postada defesa adversária. No segundo tempo, Benê, com sua técnica e faro de gol, sacramentou a vitória com o segundo tento, calando o Brinco de Ouro. O placar de 2 a 0 era um passo gigantesco na caminhada do São Paulo rumo ao tão almejado troféu do Paulistão de 1967, que se concretizaria semanas depois. Uma tarde decisiva que marcou a superioridade tricolor naquele campeonato histórico.