Sobre a Partida
Na noite de 21 de dezembro de 1967, o Estádio do Pacaembu foi palco de mais um capítulo emocionante da rivalidade paulista, um confronto eletrizante pela fase decisiva do Campeonato Paulista. O Santos, já lendário e com sua constelação de craques, enfrentava um aguerrido São Paulo. A atmosfera era carregada; o Peixe buscava o título, e cada ponto era crucial na reta final do quadrangular decisivo.
O primeiro tempo foi de intenso estudo e poucas chances claras, com a defesa tricolor, liderada por Alfredo Ramos, resistindo aos avanços de Pelé e Coutinho. No entanto, a genialidade santista prevaleceria. Na segunda etapa, Toninho Guerreiro abriu o placar para o Santos, incendiando a torcida alvinegra. O São Paulo não se entregou, e Babá, com oportunismo, conseguiu o empate, calando momentaneamente o Pacaembu.
Mas em jogos do Santos daquela era, a magia de Pelé era quase uma garantia. O Rei, com uma de suas jogadas inimitáveis, driblou defensores e, com um toque preciso, garantiu o gol da vitória santista por 2 a 1. Este triunfo foi um passo gigantesco para o Santos de Carlos Alberto Torres, Clodoaldo e Edu, que dias depois se sagraria Campeão Paulista de 1967, consolidando ainda mais sua hegemonia no futebol brasileiro.
O primeiro tempo foi de intenso estudo e poucas chances claras, com a defesa tricolor, liderada por Alfredo Ramos, resistindo aos avanços de Pelé e Coutinho. No entanto, a genialidade santista prevaleceria. Na segunda etapa, Toninho Guerreiro abriu o placar para o Santos, incendiando a torcida alvinegra. O São Paulo não se entregou, e Babá, com oportunismo, conseguiu o empate, calando momentaneamente o Pacaembu.
Mas em jogos do Santos daquela era, a magia de Pelé era quase uma garantia. O Rei, com uma de suas jogadas inimitáveis, driblou defensores e, com um toque preciso, garantiu o gol da vitória santista por 2 a 1. Este triunfo foi um passo gigantesco para o Santos de Carlos Alberto Torres, Clodoaldo e Edu, que dias depois se sagraria Campeão Paulista de 1967, consolidando ainda mais sua hegemonia no futebol brasileiro.