Sobre a Partida
Na tarde ensolarada de 11 de março de 1973, o Estádio do Canindé fervia sob a expectativa de mais uma batalha do Campeonato Paulista. De um lado, a Portuguesa de Desportos, com seu esquadrão que logo mais faria história no ano, sedenta por cada ponto na corrida pelo título. Do outro, o bravo São Bento de Sorocaba, sempre um adversário indigesto, pronto para desafiar os grandes da capital com sua garra característica.
O jogo foi um retrato fiel do futebol paulista da época: marcação forte, lances ríspidos e pura transpiração. A Lusa, comandada pelo lendário Oto Glória, tentava furar o bloqueio sorocabano, que contava com a solidez defensiva de Bira e a agilidade de Gatãozinho no meio-campo. A zaga da Lusa, orquestrada pelo experiente Djalma Dias, não dava espaço.
O gol da vitória só veio na segunda etapa, em um lance de pura genialidade do jovem Enéas. Após uma tabela rápida com Basílio, o atacante luso se desvencilhou dos defensores e, com um toque sutil e preciso, estufou as redes do goleiro Dudu, do São Bento, levando o Canindé ao delírio. Um gol solitário, mas suficiente para garantir dois pontos preciosos para a Portuguesa, solidificando sua campanha rumo à glória que seria compartilhada naquele ano memorável. A vitória por 1 a 0, suada e estratégica, era a prova da força da Lusa em 1973.
O jogo foi um retrato fiel do futebol paulista da época: marcação forte, lances ríspidos e pura transpiração. A Lusa, comandada pelo lendário Oto Glória, tentava furar o bloqueio sorocabano, que contava com a solidez defensiva de Bira e a agilidade de Gatãozinho no meio-campo. A zaga da Lusa, orquestrada pelo experiente Djalma Dias, não dava espaço.
O gol da vitória só veio na segunda etapa, em um lance de pura genialidade do jovem Enéas. Após uma tabela rápida com Basílio, o atacante luso se desvencilhou dos defensores e, com um toque sutil e preciso, estufou as redes do goleiro Dudu, do São Bento, levando o Canindé ao delírio. Um gol solitário, mas suficiente para garantir dois pontos preciosos para a Portuguesa, solidificando sua campanha rumo à glória que seria compartilhada naquele ano memorável. A vitória por 1 a 0, suada e estratégica, era a prova da força da Lusa em 1973.