Pacaembu - São Paulo, SP
Sobre a Partida
Noite fria de 12 de julho de 1973. O Pacaembu, um caldeirão de paixões e ansiedades, recebia o Corinthians em mais um capítulo da dolorosa 'fila' que assombrava o Parque São Jorge. O adversário, o São Bento de Sorocaba, entrava em campo sem grandes pretensões, mas disposto a frustrar os planos do Timão. A pressão sobre o elenco corintiano, liderado pelo gênio Rivelino, o 'Reizinho', era imensa no Campeonato Paulista, onde cada ponto valia ouro.
Sob o comando de Yustrich, o Corinthians buscou impor seu ritmo desde o início. A Fiel, em massa, ansiava por um alívio. O primeiro suspiro veio com Lacerda, que abriu o placar, incendiando a arquibancada. Contudo, a alegria durou pouco. Em um lance de astúcia, Luis Antonio, do São Bento, calou o Pacaembu com o gol de empate, reacendendo o fantasma da frustração que pairava sobre o time. O Pacaembu ficou tenso, com o zagueiro Baldochi e o lateral Zé Maria precisando redobrar a atenção.
Mas o Timão não se entregaria. A estrela de Vaguinho brilhou, colocando o Corinthians novamente à frente, trazendo a esperança de volta. Já nos minutos finais, Zé Roberto, com um toque de oportunismo, selou a vitória por 3 a 1. Não foi uma partida brilhante, mas os dois pontos garantidos eram um bálsamo na árdua jornada. O sonho de quebrar o jejum continuava vivo, impulsionado pela magia de Rivelino e a garra de um time que se recusava a desistir.
Sob o comando de Yustrich, o Corinthians buscou impor seu ritmo desde o início. A Fiel, em massa, ansiava por um alívio. O primeiro suspiro veio com Lacerda, que abriu o placar, incendiando a arquibancada. Contudo, a alegria durou pouco. Em um lance de astúcia, Luis Antonio, do São Bento, calou o Pacaembu com o gol de empate, reacendendo o fantasma da frustração que pairava sobre o time. O Pacaembu ficou tenso, com o zagueiro Baldochi e o lateral Zé Maria precisando redobrar a atenção.
Mas o Timão não se entregaria. A estrela de Vaguinho brilhou, colocando o Corinthians novamente à frente, trazendo a esperança de volta. Já nos minutos finais, Zé Roberto, com um toque de oportunismo, selou a vitória por 3 a 1. Não foi uma partida brilhante, mas os dois pontos garantidos eram um bálsamo na árdua jornada. O sonho de quebrar o jejum continuava vivo, impulsionado pela magia de Rivelino e a garra de um time que se recusava a desistir.