Sobre a Partida
Noite de 25 de julho de 1973 no Pacaembu. O ar estava carregado com a esperança e a ansiedade da Fiel, que há quase duas décadas clamava por um título. O Corinthians de Rivellino, Zé Maria e Ado recebia o Guarani, um adversário respeitável do interior, pelo Campeonato Paulista. Cada ponto era ouro para o Alvinegro em sua árdua busca pelo fim do jejum.
O jogo era tenso, disputado lance a lance, com o Bugre de Campinas mostrando sua conhecida garra. A rede só balançou no segundo tempo, para alívio da massa corintiana. Aos 20 minutos, o 'Reizinho do Parque', Rivellino, cobrou com maestria um pênalti assinalado após Terto ser derrubado na área. O Pacaembu explodiu em um misto de euforia e crença. O sonho parecia mais próximo.
Mas a alegria durou pouco. Apenas cinco minutos depois, em um contra-ataque fulminante, o Guarani calou o estádio. O atacante Toninho Catarina, oportunista, aproveitou uma falha da defesa corintiana e igualou o placar. O 1 a 1 persistiu até o apito final do árbitro Dulcídio Wanderley Boschilia, deixando um sabor amargo na boca dos torcedores corintianos. Mais um tropeço que adiava a festa, e mostrava a resiliência de um Campeonato Paulista imprevisível.
O jogo era tenso, disputado lance a lance, com o Bugre de Campinas mostrando sua conhecida garra. A rede só balançou no segundo tempo, para alívio da massa corintiana. Aos 20 minutos, o 'Reizinho do Parque', Rivellino, cobrou com maestria um pênalti assinalado após Terto ser derrubado na área. O Pacaembu explodiu em um misto de euforia e crença. O sonho parecia mais próximo.
Mas a alegria durou pouco. Apenas cinco minutos depois, em um contra-ataque fulminante, o Guarani calou o estádio. O atacante Toninho Catarina, oportunista, aproveitou uma falha da defesa corintiana e igualou o placar. O 1 a 1 persistiu até o apito final do árbitro Dulcídio Wanderley Boschilia, deixando um sabor amargo na boca dos torcedores corintianos. Mais um tropeço que adiava a festa, e mostrava a resiliência de um Campeonato Paulista imprevisível.