Mário Alves de Mendonça - São José do Rio Preto, SP
Sobre a Partida
Na tarde abafada de 19 de agosto de 1973, o Estádio Mário Alves Mendonça, em São José do Rio Preto, transformou-se em um caldeirão para receber a temível Segunda Academia do Palmeiras. O América-SP, valente time do interior, tinha a ingrata missão de frear a máquina verde que caminhava a passos largos para mais um título paulista, após já ter conquistado o Campeonato Brasileiro de 1972. Era um duelo de Davi contra Golias, com a torcida local transformando o estádio em uma fortaleza.
Diante de um público vibrante, o confronto começou com o Palmeiras, que tinha em campo a maestria de Ademir da Guia, a força de Leivinha e César Maluco, e a segurança de Leão no gol, tentando impor seu ritmo. No entanto, a defesa do América, liderada pela raça de seus zagueiros, resistia bravamente. Aos 28 minutos do primeiro tempo, um relâmpago! Em um contra-ataque fulminante, o ponta Ditinho do América-SP desbravou a zaga alviverde e, com um chute preciso, abriu o placar, fazendo o Mário Alves Mendonça explodir em júbilo.
O gol esquentou o jogo. A Academia sentiu o golpe, mas não se desesperou. Dudu e Ademir da Guia passaram a orquestrar ainda mais o meio-campo. No segundo tempo, a pressão palmeirense aumentou. E foi do pé do "Divino" que veio a redenção. Aos 15 minutos da etapa final (60' de jogo), Ademir da Guia, em um lance de sua genialidade inconfundível, tabelou na entrada da área e, com um toque sutil, empatou a partida, calando momentaneamente a torcida local. O restante do jogo foi uma batalha tática, com a defesa rio-pretense se agigantando para segurar o ímpeto alviverde. O apito final do árbitro selou o empate em 1 a 1. Um ponto de ouro para o América, que segurou o gigante, e um alerta para o Palmeiras, que aprendeu a dificuldade de conquistar o interior paulista.
Diante de um público vibrante, o confronto começou com o Palmeiras, que tinha em campo a maestria de Ademir da Guia, a força de Leivinha e César Maluco, e a segurança de Leão no gol, tentando impor seu ritmo. No entanto, a defesa do América, liderada pela raça de seus zagueiros, resistia bravamente. Aos 28 minutos do primeiro tempo, um relâmpago! Em um contra-ataque fulminante, o ponta Ditinho do América-SP desbravou a zaga alviverde e, com um chute preciso, abriu o placar, fazendo o Mário Alves Mendonça explodir em júbilo.
O gol esquentou o jogo. A Academia sentiu o golpe, mas não se desesperou. Dudu e Ademir da Guia passaram a orquestrar ainda mais o meio-campo. No segundo tempo, a pressão palmeirense aumentou. E foi do pé do "Divino" que veio a redenção. Aos 15 minutos da etapa final (60' de jogo), Ademir da Guia, em um lance de sua genialidade inconfundível, tabelou na entrada da área e, com um toque sutil, empatou a partida, calando momentaneamente a torcida local. O restante do jogo foi uma batalha tática, com a defesa rio-pretense se agigantando para segurar o ímpeto alviverde. O apito final do árbitro selou o empate em 1 a 1. Um ponto de ouro para o América, que segurou o gigante, e um alerta para o Palmeiras, que aprendeu a dificuldade de conquistar o interior paulista.