Bruno José Daniel - Santo André, SP
Sobre a Partida
Na tarde quente de 20 de novembro de 1982, o Estádio Bruno Daniel, em Santo André, fervilhava. Não era um clássico regional, mas a importância dos pontos para o Campeonato Paulista daquele ano transformava o confronto entre o Ramalhão e o Galo da Comarca em uma batalha particular. O Santo André, buscando consolidar sua campanha, recebia um XV de Jaú aguerrido, conhecido por sua defesa intransponível e a astúcia de jogadores como o zagueiro Dema, um pilar na retaguarda jauense, e o promissor Rubens Feijão, que viria a brilhar mais tarde.
O jogo foi um duelo tático intenso, com poucas chances claras para ambos os lados. O meio-campo era um campo minado, onde a bola era disputada palmo a palmo. O goleiro Celso, do XV, teve uma atuação segura, frustrando as poucas investidas de Márcio e Arlindo, que tentavam abrir o placar para os donos da casa. A torcida do Santo André, impaciente, só pôde explodir em júbilo no segundo tempo. Aos 20 minutos da etapa final, em uma jogada rápida pela direita, a bola encontrou os pés de Ademir Mão de Cobra. Com a precisão de um cirurgião, o atacante desvencilhou-se da marcação e, com um chute rasteiro e certeiro, estufou as redes do XV, levando o Bruno Daniel ao delírio.
O gol solitário bastou para garantir a vitória apertada por 1 a 0. O XV de Jaú, mesmo com a entrada de Rubens Feijão para dar mais agressividade, não conseguiu reverter o placar. O apito final selou não apenas três pontos cruciais para o Ramalhão, mas também um passo importante na desafiadora jornada do Paulistão de 82, confirmando a força do fator casa em uma competição tão equilibrada.
O jogo foi um duelo tático intenso, com poucas chances claras para ambos os lados. O meio-campo era um campo minado, onde a bola era disputada palmo a palmo. O goleiro Celso, do XV, teve uma atuação segura, frustrando as poucas investidas de Márcio e Arlindo, que tentavam abrir o placar para os donos da casa. A torcida do Santo André, impaciente, só pôde explodir em júbilo no segundo tempo. Aos 20 minutos da etapa final, em uma jogada rápida pela direita, a bola encontrou os pés de Ademir Mão de Cobra. Com a precisão de um cirurgião, o atacante desvencilhou-se da marcação e, com um chute rasteiro e certeiro, estufou as redes do XV, levando o Bruno Daniel ao delírio.
O gol solitário bastou para garantir a vitória apertada por 1 a 0. O XV de Jaú, mesmo com a entrada de Rubens Feijão para dar mais agressividade, não conseguiu reverter o placar. O apito final selou não apenas três pontos cruciais para o Ramalhão, mas também um passo importante na desafiadora jornada do Paulistão de 82, confirmando a força do fator casa em uma competição tão equilibrada.