Mário Alves de Mendonça - São José do Rio Preto, SP
Sobre a Partida
Numa tarde de outono, ou melhor, primavera avançada no Brasil, de 27 de novembro de 1982, o Estádio Mário Alves Mendonça, em São José do Rio Preto, fervilhava. O América-SP, o temido "Diabo", recebia a valente Ponte Preta, a "Macaca" de Campinas, em um duelo que prometia faíscas pelo Campeonato Paulista. Ambas as equipes, forças tradicionais do interior, buscavam consolidar posições na tabela, tornando o embate crucial.
A Ponte, com a maestria de Dicá no meio-campo e a velocidade de Osvaldo no ataque, abriu o placar ainda no primeiro tempo, calando a torcida anfitriã com um gol de oportunismo. Mas o América, liderado pela combatividade de Toninho Costa e a solidez de Zé Teodoro na defesa, não demorou a reagir. Antes do intervalo, Ademir, com faro de gol, aproveitou uma bola rebatida na área e igualou o marcador, incendiando o Mário Alves Mendonça.
A segunda etapa trouxe um América mais incisivo. A virada veio com um belo chute de fora da área de Toninho Costa, explodindo a alegria da "Torcida do Diabo". A vitória parecia encaminhada, mas a Macaca, com sua garra característica, não se rendeu. Nos minutos finais, após uma falta discutível na entrada da área, o próprio Dicá, com sua lendária categoria, cobrou com perfeição, igualando o placar novamente. Um 2 a 2 dramático, que fez jus à rivalidade e à importância dos pontos em jogo, deixando um sabor agridoce para os rio-pretenses e um heroico alívio para os campineiros. Um clássico instante da história do futebol paulista.
A Ponte, com a maestria de Dicá no meio-campo e a velocidade de Osvaldo no ataque, abriu o placar ainda no primeiro tempo, calando a torcida anfitriã com um gol de oportunismo. Mas o América, liderado pela combatividade de Toninho Costa e a solidez de Zé Teodoro na defesa, não demorou a reagir. Antes do intervalo, Ademir, com faro de gol, aproveitou uma bola rebatida na área e igualou o marcador, incendiando o Mário Alves Mendonça.
A segunda etapa trouxe um América mais incisivo. A virada veio com um belo chute de fora da área de Toninho Costa, explodindo a alegria da "Torcida do Diabo". A vitória parecia encaminhada, mas a Macaca, com sua garra característica, não se rendeu. Nos minutos finais, após uma falta discutível na entrada da área, o próprio Dicá, com sua lendária categoria, cobrou com perfeição, igualando o placar novamente. Um 2 a 2 dramático, que fez jus à rivalidade e à importância dos pontos em jogo, deixando um sabor agridoce para os rio-pretenses e um heroico alívio para os campineiros. Um clássico instante da história do futebol paulista.