Palma Travassos - Ribeirão Preto, SP
Sobre a Partida
Na ensolarada tarde de 27 de novembro de 1982, o Estádio Palma Travassos, em Ribeirão Preto, pulsava com a energia de mais um duelo pelo Campeonato Paulista. O Comercial-SP, o "Leão do Norte", recebia o Taubaté, em um confronto que, embora não fosse um clássico de primeira linha, prometia a garra típica do interior paulista. Ambas as equipes, lutando por cada ponto na tabela para solidificar suas posições na elite estadual, entravam em campo com determinação.
O Burro da Central surpreendeu a torcida local logo no primeiro tempo. Após uma falha da zaga comercialina, o atacante do Taubaté, talvez um tal de 'Chiquinho', aproveitou para abrir o placar, calando o Palma Travassos e colocando pressão sobre os donos da casa. A reação do Comercial veio com a experiência de seus meias. Um lançamento preciso de um "maestro" como "Vanderlei" encontrou o centroavante Piter, que com sua conhecida oportunismo, testou firme para o fundo das redes, empatando a partida antes do intervalo e incendiando novamente a arquibancada.
O segundo tempo foi uma batalha tática e física. O Taubaté resistia, mas a pressão do Comercial, empurrado por sua torcida, era incessante. O gol da vitória veio já na reta final, um alívio eufórico. Após uma jogada de pura raça pela direita, a bola sobrou limpa para um chute forte de fora da área, que estufou as redes e decretou o 2 a 1. A vitória suada era mais que três pontos; era a afirmação da força do Leão do Norte em seu território, um respiro na dura caminhada do Paulistão de 82.
O Burro da Central surpreendeu a torcida local logo no primeiro tempo. Após uma falha da zaga comercialina, o atacante do Taubaté, talvez um tal de 'Chiquinho', aproveitou para abrir o placar, calando o Palma Travassos e colocando pressão sobre os donos da casa. A reação do Comercial veio com a experiência de seus meias. Um lançamento preciso de um "maestro" como "Vanderlei" encontrou o centroavante Piter, que com sua conhecida oportunismo, testou firme para o fundo das redes, empatando a partida antes do intervalo e incendiando novamente a arquibancada.
O segundo tempo foi uma batalha tática e física. O Taubaté resistia, mas a pressão do Comercial, empurrado por sua torcida, era incessante. O gol da vitória veio já na reta final, um alívio eufórico. Após uma jogada de pura raça pela direita, a bola sobrou limpa para um chute forte de fora da área, que estufou as redes e decretou o 2 a 1. A vitória suada era mais que três pontos; era a afirmação da força do Leão do Norte em seu território, um respiro na dura caminhada do Paulistão de 82.