Zezinho Magalhães - Jaú, SP
Sobre a Partida
No final de 1982, com a Copa do Mundo da Espanha ainda fresca na memória e a "Democracia Corinthiana" começando a ganhar forma na capital, o interior paulista fervia com sua própria batalha. No dia 5 de dezembro, o Estádio Zezinho Magalhães, em Jaú, pulsava com a expectativa de um clássico interiorano. O XV de Jaú recebia a Inter de Limeira, em um confronto que valia mais do que pontos: valia a honra de ser o "Leão" ou o "Galo" mais forte daquela tarde no Campeonato Paulista.
O jogo começou com a intensidade esperada. A Inter, com sua organização tática, tentava frear o ímpeto mandante. Mas o XV, impulsionado por sua torcida, abriu o placar. Aos 28 minutos do primeiro tempo, após uma jogada envolvente pela direita, a bola sobrou para o meia Zé Mário, que, com precisão cirúrgica, acertou um chute rasteiro, balançando as redes e explodindo o "Jauzão" em festa. A vantagem deu confiança ao Galo da Comarca.
No segundo tempo, a Inter buscou o empate com investidas do seu ataque, mas a defesa do XV, liderada pela experiência de Búfalo, se mostrava intransponível. Aos 17 minutos, a jogada decisiva. Em um contra-ataque fulminante, o veloz atacante Baroninho disparou pelo flanco esquerdo, deixou o zagueiro para trás e, cara a cara com o goleiro, não perdoou, ampliando para 2 a 0. O apito final confirmou a vitória do XV de Jaú, um triunfo categórico que reforçava a força dos times do interior e a paixão de uma torcida que celebrou intensamente mais uma grande jornada no Paulista de 82.
O jogo começou com a intensidade esperada. A Inter, com sua organização tática, tentava frear o ímpeto mandante. Mas o XV, impulsionado por sua torcida, abriu o placar. Aos 28 minutos do primeiro tempo, após uma jogada envolvente pela direita, a bola sobrou para o meia Zé Mário, que, com precisão cirúrgica, acertou um chute rasteiro, balançando as redes e explodindo o "Jauzão" em festa. A vantagem deu confiança ao Galo da Comarca.
No segundo tempo, a Inter buscou o empate com investidas do seu ataque, mas a defesa do XV, liderada pela experiência de Búfalo, se mostrava intransponível. Aos 17 minutos, a jogada decisiva. Em um contra-ataque fulminante, o veloz atacante Baroninho disparou pelo flanco esquerdo, deixou o zagueiro para trás e, cara a cara com o goleiro, não perdoou, ampliando para 2 a 0. O apito final confirmou a vitória do XV de Jaú, um triunfo categórico que reforçava a força dos times do interior e a paixão de uma torcida que celebrou intensamente mais uma grande jornada no Paulista de 82.