Morumbi - São Paulo, SP
Sobre a Partida
12 de dezembro de 1982. O Estádio do Morumbi pulsava, um caldeirão com quase 100 mil almas, divididas entre o preto e branco e o tricolor. Não era apenas mais um Majestoso; era a finalíssima do Campeonato Paulista, a consagração ou a desilusão de um ano inteiro. O Corinthians da "Democracia Corinthiana", liderado pelo Doutor Sócrates e a irreverência de Casagrande, trazia a vantagem da vitória no primeiro jogo.
O São Paulo, com o paredão Waldir Peres e a força de Serginho Chulapa, não se entregaria fácil. Aos 29 minutos, a Fiel explodiu: Biro-Biro, o guerreiro, subiu mais alto que a zaga tricolor e testou para o fundo das redes, 1 a 0 para o Timão! A festa era efêmera; seis minutos depois, o implacável Serginho Chulapa silenciou parte do Morumbi, empatando a partida e reacendendo a esperança são-paulina.
Mas o Corinthians de 82 tinha a mística. No segundo tempo, aos 55, a classe do Magrão Sócrates veio à tona: um toque genial, uma finalização precisa que recolocou o Alvinegro na frente. O Morumbi veio abaixo. Aos 75, a glória se consumou: Casagrande, com sua juventude e potência, mandou a bola para as redes, decretando o 3 a 1. O apito final mergulhou o Pacaembu numa euforia corinthiana inesquecível. A "Democracia" celebrava seu título, coroando uma das páginas mais revolucionárias e gloriosas da história do futebol brasileiro.
O São Paulo, com o paredão Waldir Peres e a força de Serginho Chulapa, não se entregaria fácil. Aos 29 minutos, a Fiel explodiu: Biro-Biro, o guerreiro, subiu mais alto que a zaga tricolor e testou para o fundo das redes, 1 a 0 para o Timão! A festa era efêmera; seis minutos depois, o implacável Serginho Chulapa silenciou parte do Morumbi, empatando a partida e reacendendo a esperança são-paulina.
Mas o Corinthians de 82 tinha a mística. No segundo tempo, aos 55, a classe do Magrão Sócrates veio à tona: um toque genial, uma finalização precisa que recolocou o Alvinegro na frente. O Morumbi veio abaixo. Aos 75, a glória se consumou: Casagrande, com sua juventude e potência, mandou a bola para as redes, decretando o 3 a 1. O apito final mergulhou o Pacaembu numa euforia corinthiana inesquecível. A "Democracia" celebrava seu título, coroando uma das páginas mais revolucionárias e gloriosas da história do futebol brasileiro.