Sobre a Partida
Jundiaí fervia sob o sol de 1º de maio de 1985. No modesto, mas vibrante Estádio Jayme Cintra, o Paulista Futebol Clube recebia o tradicional Guarani de Campinas pelo Campeonato Paulista. Não era um clássico regional, mas a rivalidade interiorana garantia um palco de emoções, com o Bugre, campeão brasileiro de 1978, buscando se reafirmar e o Galo da Japi lutando por cada ponto contra os grandes do estado.
O primeiro tempo foi de muita marcação, com o Guarani tentando impor sua técnica. E foi em uma dessas investidas que a rede balançou. Aos 28 minutos, Edmar, o artilheiro implacável do Bugre, recebeu um passe açucarado na área e, com a frieza de sempre, fuzilou o goleiro do Paulista, abrindo o placar e silenciando por um instante a torcida local. A desvantagem não abateu o Galo. Liderados pela raça, os jogadores do Paulista voltaram para a segunda etapa com um ímpeto renovado. O técnico pedia mais agressividade, e a resposta veio dos pés do zagueiro Lúcio, o "xerife" da zaga. Aos 15 minutos do segundo tempo, após uma cobrança de escanteio precisa, Lúcio subiu mais alto que a defesa bugrina e cabeceou firme, sem chances para o goleiro, explodindo o Jayme Cintra em festa.
O 1 a 1 trouxe tensão para os minutos finais. Ambos os times buscaram a vitória, com o Guarani lamentando chances perdidas e o Paulista segurando o valioso empate. O apito final confirmou a igualdade, um ponto conquistado com garra para o Paulista e um tropeço amargo para o Guarani em suas ambições no Paulistão. Um jogo que, embora não espetacular, resumiu a luta e a paixão do futebol do interior paulista.
O primeiro tempo foi de muita marcação, com o Guarani tentando impor sua técnica. E foi em uma dessas investidas que a rede balançou. Aos 28 minutos, Edmar, o artilheiro implacável do Bugre, recebeu um passe açucarado na área e, com a frieza de sempre, fuzilou o goleiro do Paulista, abrindo o placar e silenciando por um instante a torcida local. A desvantagem não abateu o Galo. Liderados pela raça, os jogadores do Paulista voltaram para a segunda etapa com um ímpeto renovado. O técnico pedia mais agressividade, e a resposta veio dos pés do zagueiro Lúcio, o "xerife" da zaga. Aos 15 minutos do segundo tempo, após uma cobrança de escanteio precisa, Lúcio subiu mais alto que a defesa bugrina e cabeceou firme, sem chances para o goleiro, explodindo o Jayme Cintra em festa.
O 1 a 1 trouxe tensão para os minutos finais. Ambos os times buscaram a vitória, com o Guarani lamentando chances perdidas e o Paulista segurando o valioso empate. O apito final confirmou a igualdade, um ponto conquistado com garra para o Paulista e um tropeço amargo para o Guarani em suas ambições no Paulistão. Um jogo que, embora não espetacular, resumiu a luta e a paixão do futebol do interior paulista.