Sobre a Partida
Era uma noite fria de 6 de junho de 1985, mas o Estádio Bento de Abreu, o 'Abreuzão', fervia. Em campo, um duelo clássico do interior paulista: o Marília Atlético Clube, aguerrido e lutando por cada ponto, contra o tradicional Guarani de Campinas, que vinha com sua aura de campeão brasileiro de 1978. Para o MAC, cada embate no Campeonato Paulista era uma batalha pela permanência na elite. Para o Bugre, que sonhava mais alto na competição, tropeçar fora de casa era um revés impensável.
Aos 30 minutos do primeiro tempo, o Abreuzão explodiu. O ponta Marinho, figura conhecida do Marília, com sua velocidade e oportunismo, recebeu na intermediária, livrou-se da marcação e finalizou cruzado, sem chance para o goleiro Gerson: 1 a 0 para o time da casa, para delírio da torcida. O Guarani, comandado pelo jovem e promissor Neto, que já demonstrava flashes de seu talento na armação, buscou a reação, mas esbarrava na defesa mariliense.
No segundo tempo, a pressão bugrina aumentou. Marco Antônio e Boiadeiro, peças importantes na solidez campineira, avançavam com mais frequência. Aos 18 da etapa final, após uma cobrança de escanteio precisa, o aguerrido Boiadeiro se antecipou à zaga e testou firme para o fundo das redes, empatando o marcador e calando a festa local. O placar de 1 a 1 persistiu até o apito final. Um ponto suado para o Marília, que comemorou a bravura de segurar um gigante. Para o Guarani, um empate que deixava um gosto amargo na sua jornada pelo disputadíssimo Campeonato Paulista de 1985, reafirmando a força do interior.
Aos 30 minutos do primeiro tempo, o Abreuzão explodiu. O ponta Marinho, figura conhecida do Marília, com sua velocidade e oportunismo, recebeu na intermediária, livrou-se da marcação e finalizou cruzado, sem chance para o goleiro Gerson: 1 a 0 para o time da casa, para delírio da torcida. O Guarani, comandado pelo jovem e promissor Neto, que já demonstrava flashes de seu talento na armação, buscou a reação, mas esbarrava na defesa mariliense.
No segundo tempo, a pressão bugrina aumentou. Marco Antônio e Boiadeiro, peças importantes na solidez campineira, avançavam com mais frequência. Aos 18 da etapa final, após uma cobrança de escanteio precisa, o aguerrido Boiadeiro se antecipou à zaga e testou firme para o fundo das redes, empatando o marcador e calando a festa local. O placar de 1 a 1 persistiu até o apito final. Um ponto suado para o Marília, que comemorou a bravura de segurar um gigante. Para o Guarani, um empate que deixava um gosto amargo na sua jornada pelo disputadíssimo Campeonato Paulista de 1985, reafirmando a força do interior.