Pacaembu - São Paulo, SP
Sobre a Partida
Na noite gélida de 26 de junho de 1985, o Estádio do Pacaembu era palco de um duelo tenso pelo Campeonato Paulista. O Corinthians, ainda com o eco da "Democracia Corintiana" e buscando reencontrar seu caminho no cenário estadual, recebia o aguerrido São Bento de Sorocaba. Não era um clássico de rivalidade ferrenha, mas cada ponto era crucial na corrida pelo título, e o Alvinegro sabia que o time do interior, famoso por sua disciplina tática e garra, não daria espaço para facilidades.
Com a maestria de Zenon no meio-campo, a combatividade incansável de Biro-Biro e a segurança do lendário Waldir Peres sob as traves, o Timão pressionava, mas encontrava uma muralha azul e branca. O São Bento, comandado por jogadores menos badalados, mas com uma entrega impressionante, anulava as investidas corintianas. As chances vinham, mas esbarravam na defesa sorocabana ou na trave. A torcida, apreensiva, via o relógio correr e o placar teimar em zero.
Foi apenas aos 44 minutos do segundo tempo que a redenção chegou. Em uma trama pela direita, a bola sobrou para o pé esquerdo preciso de Zenon. O camisa 10, com sua categoria habitual, desferiu um chute cruzado, rasteiro, que encontrou o canto da rede, explodindo a Fiel em um grito de alívio e euforia. Um gol que valia ouro, que lavava a alma e mantinha vivo o sonho corintiano no Paulistão. O apito final logo veio, confirmando a vitória suada por 1 a 0, um resultado que, mais que três pontos, simbolizava a persistência de um gigante em reconstrução.
Com a maestria de Zenon no meio-campo, a combatividade incansável de Biro-Biro e a segurança do lendário Waldir Peres sob as traves, o Timão pressionava, mas encontrava uma muralha azul e branca. O São Bento, comandado por jogadores menos badalados, mas com uma entrega impressionante, anulava as investidas corintianas. As chances vinham, mas esbarravam na defesa sorocabana ou na trave. A torcida, apreensiva, via o relógio correr e o placar teimar em zero.
Foi apenas aos 44 minutos do segundo tempo que a redenção chegou. Em uma trama pela direita, a bola sobrou para o pé esquerdo preciso de Zenon. O camisa 10, com sua categoria habitual, desferiu um chute cruzado, rasteiro, que encontrou o canto da rede, explodindo a Fiel em um grito de alívio e euforia. Um gol que valia ouro, que lavava a alma e mantinha vivo o sonho corintiano no Paulistão. O apito final logo veio, confirmando a vitória suada por 1 a 0, um resultado que, mais que três pontos, simbolizava a persistência de um gigante em reconstrução.