Sobre a Partida
Sob a gélida tarde de 29 de junho de 1985, o Estádio do Canindé pulsava com a esperança rubro-verde. Pelo Campeonato Paulista, a Portuguesa de Desportos, buscando afirmar-se entre os grandes da capital, recebia o Marília Atlético Clube, um adversário aguerrido do interior. A Lusa, sob a liderança do veterano Luís Pereira na zaga e a juventude talentosa de Edu Marangon no meio-campo, sabia que a vitória era crucial para suas pretensões na competição.
O Marília, embora sem grandes estrelas, prometia jogo duro. Mas a tarde era da Lusa. Logo aos 20 minutos do primeiro tempo, em uma jogada envolvente pela direita, a bola foi cruzada na área. O atacante Célio, conhecido por seu faro de gol, testou firme, abrindo o placar e levantando a torcida no Canindé. O gol deu tranquilidade à Portuguesa, que passou a controlar as ações, enquanto o MAC tentava raras investidas.
No segundo tempo, a Lusa continuou pressionando em busca de ampliar. Aos 35 minutos da etapa final, após uma bela trama no meio-campo, a bola chegou aos pés de Edu Marangon. Com sua visão apurada, ele lançou o atacante Roberto Carlos (o da Lusa, não o lateral famoso), que invadiu a área e, com frieza, tocou na saída do goleiro, selando a vitória por 2 a 0. O apito final confirmou a superioridade da Portuguesa, que somava pontos importantes na sua jornada pelo disputado Paulistão, mostrando que sua tradição ainda pesava forte.
O Marília, embora sem grandes estrelas, prometia jogo duro. Mas a tarde era da Lusa. Logo aos 20 minutos do primeiro tempo, em uma jogada envolvente pela direita, a bola foi cruzada na área. O atacante Célio, conhecido por seu faro de gol, testou firme, abrindo o placar e levantando a torcida no Canindé. O gol deu tranquilidade à Portuguesa, que passou a controlar as ações, enquanto o MAC tentava raras investidas.
No segundo tempo, a Lusa continuou pressionando em busca de ampliar. Aos 35 minutos da etapa final, após uma bela trama no meio-campo, a bola chegou aos pés de Edu Marangon. Com sua visão apurada, ele lançou o atacante Roberto Carlos (o da Lusa, não o lateral famoso), que invadiu a área e, com frieza, tocou na saída do goleiro, selando a vitória por 2 a 0. O apito final confirmou a superioridade da Portuguesa, que somava pontos importantes na sua jornada pelo disputado Paulistão, mostrando que sua tradição ainda pesava forte.