Rua Javari - São Paulo, SP
Sobre a Partida
Em um sábado de inverno, 27 de julho de 1985, a mística Rua Javari pulsava. Pelo Campeonato Paulista, o aguerrido Clube Atlético Juventus, o "Moleque Travesso", recebia o poderoso Guarani de Campinas, uma força do interior que já ostentava um Campeonato Brasileiro. Era um duelo de estilos: a garra e a tradição bairrista juventina contra a técnica e a ambição bugrina por mais um título estadual, prometendo faíscas na jornada rumo à glória estadual.
A partida começou elétrica. Impulsionado pela fervorosa torcida mooquense, o Juventus surpreendeu. Em um lance de pura astúcia, um cruzamento rasteiro encontrou o oportunista atacante Zé Carlos, que, antecipando a zaga bugrina, abriu o placar, fazendo a Javari explodir em júbilo. O Guarani sentiu o golpe, mas sua experiência falou mais alto.
Na segunda etapa, o time de Campinas, comandado pelo talentoso volante Boiadeiro, intensificou a pressão. Em uma jogada bem trabalhada pelo meio-campo, a bola chegou ao jovem promissor Neto, que, com um chute indefensável, empatou para o Bugre. A virada, no entanto, seria selada em um lance capital: após um escanteio preciso, o zagueiro Chiquinho subiu soberano na área juventina para cabecear forte e garantir a vitória por 2 a 1 para o Guarani. Apesar da derrota, o Juventus deixou o campo sob aplausos, provando a imprevisibilidade e o charme do Paulistão daquela era.
A partida começou elétrica. Impulsionado pela fervorosa torcida mooquense, o Juventus surpreendeu. Em um lance de pura astúcia, um cruzamento rasteiro encontrou o oportunista atacante Zé Carlos, que, antecipando a zaga bugrina, abriu o placar, fazendo a Javari explodir em júbilo. O Guarani sentiu o golpe, mas sua experiência falou mais alto.
Na segunda etapa, o time de Campinas, comandado pelo talentoso volante Boiadeiro, intensificou a pressão. Em uma jogada bem trabalhada pelo meio-campo, a bola chegou ao jovem promissor Neto, que, com um chute indefensável, empatou para o Bugre. A virada, no entanto, seria selada em um lance capital: após um escanteio preciso, o zagueiro Chiquinho subiu soberano na área juventina para cabecear forte e garantir a vitória por 2 a 1 para o Guarani. Apesar da derrota, o Juventus deixou o campo sob aplausos, provando a imprevisibilidade e o charme do Paulistão daquela era.