Santa Cruz - Ribeirão Preto, SP
Sobre a Partida
Em uma tarde abafada de 28 de julho de 1985, o Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto, pulsava com a rivalidade e a paixão do Campeonato Paulista. O Botafogo, a "Pantera" do interior, recebia o aguerrido XV de Jaú, o "Galo da Comarca", em um embate que prometia faíscas. A importância do jogo era clara: somar pontos cruciais em uma competição tão equilibrada.
Sob o comando de Valter Miraglia, o tricolor ribeirão-pretano buscava impor seu ritmo. E foi o artilheiro Zé Roberto quem inflamou a torcida alvinegra, aproveitando uma brecha na defesa do XV, superando o goleiro Sílvio para abrir o placar. O Santa Cruz explodiu em euforia, com nomes como Gerson e João Carlos ditando o ritmo no meio-campo.
Contudo, o XV de Jaú, liderado por Diede Lameiro e com a experiência de Ademir Mello no miolo, não se intimidou. A resposta veio na etapa final. Paulinho, com sua garra e oportunismo, encontrou o caminho das redes, silenciando momentaneamente a torcida local e deixando o goleiro Borracha sem chances. Era o gol de empate, um golpe duro para as pretensões botafoguenses em casa.
Até o apito final de Dulcídio Wanderley Boschilia, a partida seguiu tensa, com lances de perigo para ambos os lados, mas o placar permaneceu inalterado. O 1 a 1 final refletiu a intensidade e o equilíbrio de um Paulista de 1985 onde cada ponto era disputado com unhas e dentes, deixando Botafogo e XV de Jaú com um sabor agridoce de uma batalha digna de registro.
Sob o comando de Valter Miraglia, o tricolor ribeirão-pretano buscava impor seu ritmo. E foi o artilheiro Zé Roberto quem inflamou a torcida alvinegra, aproveitando uma brecha na defesa do XV, superando o goleiro Sílvio para abrir o placar. O Santa Cruz explodiu em euforia, com nomes como Gerson e João Carlos ditando o ritmo no meio-campo.
Contudo, o XV de Jaú, liderado por Diede Lameiro e com a experiência de Ademir Mello no miolo, não se intimidou. A resposta veio na etapa final. Paulinho, com sua garra e oportunismo, encontrou o caminho das redes, silenciando momentaneamente a torcida local e deixando o goleiro Borracha sem chances. Era o gol de empate, um golpe duro para as pretensões botafoguenses em casa.
Até o apito final de Dulcídio Wanderley Boschilia, a partida seguiu tensa, com lances de perigo para ambos os lados, mas o placar permaneceu inalterado. O 1 a 1 final refletiu a intensidade e o equilíbrio de um Paulista de 1985 onde cada ponto era disputado com unhas e dentes, deixando Botafogo e XV de Jaú com um sabor agridoce de uma batalha digna de registro.