Palestra Itália - São Paulo, SP
Sobre a Partida
Em um domingo de inverno que prometia aquecer os corações paulistas, 28 de julho de 1985, o Estádio do Pacaembu se vestia de verde e branco para um dos Clássicos da Saudade mais aguardados daquele Campeonato Paulista. Palmeiras e Santos, duas potências em busca de reencontrar o caminho da glória, prometiam um embate de pura rivalidade e emoção. O Verdão, comandado em campo pelo experiente Luís Pereira e com o faro de gol de Mirandinha, buscava solidificar sua posição, enquanto o Peixe, que contava com o matador Serginho Chulapa e a elegância de Pita (mesmo que em seus últimos momentos no clube), queria impor seu ritmo.
A partida começou elétrica, com o Palmeiras tomando a iniciativa. Aos 27 minutos do primeiro tempo, após uma jogada envolvente pelo lado direito, Mirandinha, com sua astúcia, aproveitou um rebote na área para estufar as redes, fazendo a torcida palmeirense explodir em júbilo. No segundo tempo, a resposta santista não demorou. Serginho Chulapa, com seu habitual oportunismo, deixou tudo igual aos 15 minutos, calando parte do Pacaembu. O jogo se tornou um xadrez tático, com lances ríspidos e defesas heroicas de Emerson Leão e Rodolfo Rodríguez. Quando o empate parecia selado, o jovem Jorginho, em um lance de pura inspiração aos 38 da etapa final, acertou um belo chute de fora da área que morreu no canto, garantindo a vitória alviverde por 2 a 1. Um triunfo vital para o moral palmeirense, que reacendia a chama da esperança em um campeonato recheado de gigantes.
A partida começou elétrica, com o Palmeiras tomando a iniciativa. Aos 27 minutos do primeiro tempo, após uma jogada envolvente pelo lado direito, Mirandinha, com sua astúcia, aproveitou um rebote na área para estufar as redes, fazendo a torcida palmeirense explodir em júbilo. No segundo tempo, a resposta santista não demorou. Serginho Chulapa, com seu habitual oportunismo, deixou tudo igual aos 15 minutos, calando parte do Pacaembu. O jogo se tornou um xadrez tático, com lances ríspidos e defesas heroicas de Emerson Leão e Rodolfo Rodríguez. Quando o empate parecia selado, o jovem Jorginho, em um lance de pura inspiração aos 38 da etapa final, acertou um belo chute de fora da área que morreu no canto, garantindo a vitória alviverde por 2 a 1. Um triunfo vital para o moral palmeirense, que reacendia a chama da esperança em um campeonato recheado de gigantes.