Sobre a Partida
O Canindé fervia em 18 de agosto de 1985, um domingo de sol intenso no Campeonato Paulista. De um lado, a tradicional Lusa, sedenta por uma vitória que a colocasse em posição de destaque. Do outro, a Macaca campineira, a Ponte Preta, sempre aguerrida e disposta a estragar a festa dos grandes da capital. Não era um clássico dos "quatro grandes", mas a rivalidade entre estes dois baluartes do futebol paulista prometia faíscas e um espetáculo eletrizante.
A Portuguesa, comandada por nomes como Edu Marangon no meio-campo e a velocidade de Célio no ataque, começou avassaladora. Foi justamente Célio, em uma jogada individual fulminante pela esquerda, que abriu o placar para a Lusa, levantando a torcida rubro-verde. O Canindé explodiu! A Macaca, porém, não se entregava. Com a experiência de Osvaldo e a raça de Chicão na defesa, a Ponte buscou o empate. Aos 30 minutos do primeiro tempo, Osvaldo, oportunista, aproveitou uma falha da zaga da Lusa e deixou tudo igual, calando momentaneamente a massa lusitana.
O segundo tempo foi uma batalha tática e física. Lances ríspidos, belas defesas e o nervosismo crescendo a cada minuto. Quando o empate parecia selado, a poucos minutos do fim, a estrela de Edu Marangon brilhou. Em uma cobrança de falta magistral, ele colocou a bola na cabeça de Pires, que, subindo mais que a zaga pontepretana, testou firme para o fundo das redes. Golaço! O 2 a 1 foi um alívio para a torcida e uma vitória crucial para a Portuguesa, que se mantinha viva na briga por uma vaga nas fases decisivas do Paulista, mostrando a força e a tradição de um time que nunca se dobrava.
A Portuguesa, comandada por nomes como Edu Marangon no meio-campo e a velocidade de Célio no ataque, começou avassaladora. Foi justamente Célio, em uma jogada individual fulminante pela esquerda, que abriu o placar para a Lusa, levantando a torcida rubro-verde. O Canindé explodiu! A Macaca, porém, não se entregava. Com a experiência de Osvaldo e a raça de Chicão na defesa, a Ponte buscou o empate. Aos 30 minutos do primeiro tempo, Osvaldo, oportunista, aproveitou uma falha da zaga da Lusa e deixou tudo igual, calando momentaneamente a massa lusitana.
O segundo tempo foi uma batalha tática e física. Lances ríspidos, belas defesas e o nervosismo crescendo a cada minuto. Quando o empate parecia selado, a poucos minutos do fim, a estrela de Edu Marangon brilhou. Em uma cobrança de falta magistral, ele colocou a bola na cabeça de Pires, que, subindo mais que a zaga pontepretana, testou firme para o fundo das redes. Golaço! O 2 a 1 foi um alívio para a torcida e uma vitória crucial para a Portuguesa, que se mantinha viva na briga por uma vaga nas fases decisivas do Paulista, mostrando a força e a tradição de um time que nunca se dobrava.