Palestra Itália - São Paulo, SP
Sobre a Partida
O palco era o majestoso Pacaembu, em um domingo de 25 de agosto de 1985. O Palmeiras, mergulhado na angústia de uma fila por títulos que se estendia, recebia o aguerrido São Bento de Sorocaba pelo Campeonato Paulista. Não era um clássico regional, mas cada partida se tornava uma batalha crucial para o Verdão, cujo torcedor clamava por vitórias convincentes em meio à "Era da Fila". Sob o olhar atento do técnico Rubens Minelli, a equipe alviverde, que contava com a segurança de Vágner Bacharel na zaga e a velocidade de Mirandinha no ataque, sabia que não teria vida fácil.
O São Bento, com a característica solidez das equipes do interior e a agilidade de jogadores como Luis Carlos, armava uma forte marcação, dificultando a criação palmeirense. O goleiro Getúlio se mostrava atento e seguro. O jogo se arrastava tenso, com poucas chances claras para ambos os lados, refletindo a pressão que pairava sobre o time da capital. A torcida, apesar da apreensão, não parava de incentivar, empurrando o time.
Aos 35 minutos do segundo tempo, um suspiro de alívio e um grito de gol tomaram conta das arquibancadas. Após uma jogada insistente pelo meio-campo, a bola chegou aos pés de Mirandinha. Com sua conhecida habilidade e oportunismo, o atacante se livrou da marcação e finalizou com precisão, estufando as redes do São Bento e quebrando o zero a zero. Foi um gol de raça, um gol que valia mais do que os três pontos, simbolizando a luta de um time que, mesmo em tempos difíceis, não se rendia. O placar de 1 a 0, magro, mas suado, garantiu uma vitória essencial para a moral palmeirense naquela jornada do Paulistão.
O São Bento, com a característica solidez das equipes do interior e a agilidade de jogadores como Luis Carlos, armava uma forte marcação, dificultando a criação palmeirense. O goleiro Getúlio se mostrava atento e seguro. O jogo se arrastava tenso, com poucas chances claras para ambos os lados, refletindo a pressão que pairava sobre o time da capital. A torcida, apesar da apreensão, não parava de incentivar, empurrando o time.
Aos 35 minutos do segundo tempo, um suspiro de alívio e um grito de gol tomaram conta das arquibancadas. Após uma jogada insistente pelo meio-campo, a bola chegou aos pés de Mirandinha. Com sua conhecida habilidade e oportunismo, o atacante se livrou da marcação e finalizou com precisão, estufando as redes do São Bento e quebrando o zero a zero. Foi um gol de raça, um gol que valia mais do que os três pontos, simbolizando a luta de um time que, mesmo em tempos difíceis, não se rendia. O placar de 1 a 0, magro, mas suado, garantiu uma vitória essencial para a moral palmeirense naquela jornada do Paulistão.