Alfredo de Castilho - Bauru, SP
Sobre a Partida
A quente noite de Bauru, um clássico do interior paulista que transbordava rivalidade e expectativas. Em 28 de agosto de 1985, o Estádio Alfredo de Castilho pulsava com a torcida alvirrubra, sedenta por uma vitória contra o arquirrival XV de Jaú pelo Campeonato Paulista. Para o Noroeste, cada ponto era ouro na luta por uma posição mais confortável na tabela, enquanto o XV, sob o comando do goleiro Éder e o faro de gol de Serginho, buscava surpreender fora de casa.
O jogo começou tenso, com muita marcação no meio-campo. Aos 22 minutos do primeiro tempo, após uma jogada envolvente pela direita de Manguinha, o cruzamento preciso encontrou a cabeça do artilheiro Hélio, que subiu mais alto que a zaga do XV e testou firme para abrir o placar, levando o "Alfredão" ao delírio. O gol deu confiança ao Noroeste, que passou a controlar mais a posse de bola, com o meio-campo de Gérson ditando o ritmo.
Na segunda etapa, o XV de Jaú tentou uma reação, mas esbarrava na boa atuação da defesa noroestina, liderada pelo zagueiro Zé Carlos. Aos 35 minutos, em um contra-ataque fulminante, Manguinha novamente brilhou, driblando dois marcadores e tocando para Toninho, que havia acabado de entrar. O meia soltou um chute rasteiro, indefensável para Éder, sacramentando a vitória por 2 a 0. O apito final confirmou a festa em Bauru, com o Noroeste garantindo três pontos vitais e a moral elevada em mais um capítulo emocionante do futebol paulista.
O jogo começou tenso, com muita marcação no meio-campo. Aos 22 minutos do primeiro tempo, após uma jogada envolvente pela direita de Manguinha, o cruzamento preciso encontrou a cabeça do artilheiro Hélio, que subiu mais alto que a zaga do XV e testou firme para abrir o placar, levando o "Alfredão" ao delírio. O gol deu confiança ao Noroeste, que passou a controlar mais a posse de bola, com o meio-campo de Gérson ditando o ritmo.
Na segunda etapa, o XV de Jaú tentou uma reação, mas esbarrava na boa atuação da defesa noroestina, liderada pelo zagueiro Zé Carlos. Aos 35 minutos, em um contra-ataque fulminante, Manguinha novamente brilhou, driblando dois marcadores e tocando para Toninho, que havia acabado de entrar. O meia soltou um chute rasteiro, indefensável para Éder, sacramentando a vitória por 2 a 0. O apito final confirmou a festa em Bauru, com o Noroeste garantindo três pontos vitais e a moral elevada em mais um capítulo emocionante do futebol paulista.