Moisés Lucarelli - Campinas, SP
Sobre a Partida
O cenário era o Majestoso, o Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, num fim de tarde de 29 de setembro de 1985. O Campeonato Paulista fervia e, em campo, Ponte Preta e Santo André travavam um duelo pela sobrevivência na competição. Não havia rivalidade histórica acentuada, mas a urgência por pontos transformava o confronto numa batalha tática intensa.
A Macaca, empurrada por sua fanática torcida, tentava furar a muralha do Ramalhão. O maestro Dicá, com sua camisa 10 e visão de jogo apurada, orquestrava as investidas, buscando os velozes Márcio Alcântara e Wanderley. Aos 20 minutos do primeiro tempo, Dicá cobrou uma falta magistral que raspou a trave de Luís Carlos, levantando a plateia em um 'quase' uníssono.
O Santo André, sob o comando tático de Cilinho, não se acovardava. Liderados por Toinzinho no meio-campo e com a velocidade de Jorginho, os visitantes exploravam os contra-ataques. Sidmar, goleiro da Ponte, precisou intervir com duas defesas cruciais no segundo tempo, uma delas em um chute rasteiro de Jorginho que tinha endereço certo. A defesa do Ramalhão, com Ailton e Ademir seguros, impedia que a pressão pontepretana se convertesse em gol.
O apito final de Dulcídio Wanderley Boschilia confirmou o empate em 0 a 0. Um resultado que, embora sem gols, refletiu a garra e a solidariedade defensiva de ambas as equipes, deixando o sabor amargo da oportunidade perdida para a Ponte e a sensação de um ponto valioso conquistado para o Santo André na dura jornada do Paulistão de 1985.
A Macaca, empurrada por sua fanática torcida, tentava furar a muralha do Ramalhão. O maestro Dicá, com sua camisa 10 e visão de jogo apurada, orquestrava as investidas, buscando os velozes Márcio Alcântara e Wanderley. Aos 20 minutos do primeiro tempo, Dicá cobrou uma falta magistral que raspou a trave de Luís Carlos, levantando a plateia em um 'quase' uníssono.
O Santo André, sob o comando tático de Cilinho, não se acovardava. Liderados por Toinzinho no meio-campo e com a velocidade de Jorginho, os visitantes exploravam os contra-ataques. Sidmar, goleiro da Ponte, precisou intervir com duas defesas cruciais no segundo tempo, uma delas em um chute rasteiro de Jorginho que tinha endereço certo. A defesa do Ramalhão, com Ailton e Ademir seguros, impedia que a pressão pontepretana se convertesse em gol.
O apito final de Dulcídio Wanderley Boschilia confirmou o empate em 0 a 0. Um resultado que, embora sem gols, refletiu a garra e a solidariedade defensiva de ambas as equipes, deixando o sabor amargo da oportunidade perdida para a Ponte e a sensação de um ponto valioso conquistado para o Santo André na dura jornada do Paulistão de 1985.