Santa Cruz - Ribeirão Preto, SP
Sobre a Partida
Ribeirão Preto, 13 de outubro de 1985. Uma tarde de domingo no Estádio Santa Cruz transformou-se em um palco de batalha no Campeonato Paulista. Botafogo e América-SP, dois clubes do interior com histórias ricas, se digladiavam em busca de valiosos pontos, longe das glórias do título, mas perto da dignidade regional, em um clássico sempre tenso.
A Pantera, mandante, rugia sob o comando de Zé Mário. Foi ele, em um lance de oportunismo e astúcia, quem fez a festa da torcida tricolor, colocando o Botafogo à frente do placar, impulsionado pelo apoio vibrante de sua gente e pela movimentação de nomes como Wladimir no ataque.
Mas o Diabo, de São José do Rio Preto, vestia sua camisa vermelha com a tenacidade de Tiba, o guerreiro que incansavelmente buscava a reação. Com um elenco que podia contar com a experiência de Zé Carlos, o América não se abateu. Em uma jogada bem construída, Tiba finalizou com precisão, calando o Santa Cruz e deixando tudo igual.
Os minutos finais foram de angústia e emoção, com ambos os times flertando com a vitória, mas a bola teimou em não entrar novamente. O empate em 1 a 1 espelhou a ferocidade de um clássico do interior, um resultado agridoce que, no final das contas, deixou a sensação de que o equilíbrio prevalecera naquela tarde paulista.
A Pantera, mandante, rugia sob o comando de Zé Mário. Foi ele, em um lance de oportunismo e astúcia, quem fez a festa da torcida tricolor, colocando o Botafogo à frente do placar, impulsionado pelo apoio vibrante de sua gente e pela movimentação de nomes como Wladimir no ataque.
Mas o Diabo, de São José do Rio Preto, vestia sua camisa vermelha com a tenacidade de Tiba, o guerreiro que incansavelmente buscava a reação. Com um elenco que podia contar com a experiência de Zé Carlos, o América não se abateu. Em uma jogada bem construída, Tiba finalizou com precisão, calando o Santa Cruz e deixando tudo igual.
Os minutos finais foram de angústia e emoção, com ambos os times flertando com a vitória, mas a bola teimou em não entrar novamente. O empate em 1 a 1 espelhou a ferocidade de um clássico do interior, um resultado agridoce que, no final das contas, deixou a sensação de que o equilíbrio prevalecera naquela tarde paulista.