Mário Alves de Mendonça - São José do Rio Preto, SP
Sobre a Partida
Na noite fria de 16 de outubro de 1985, o Estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto, testemunhou um embate tático e de nervos pelo Campeonato Paulista. O América-SP, conhecido como "Mecão", recebia o Paulista de Jundiaí em um confronto que valia mais do que três pontos: valia a consolidação na tabela e a esperança de dias melhores na competição estadual. O Paulistão de 85 era um caldeirão, onde cada jogo era uma batalha por sobrevivência ou por um lugar ao sol.
O primeiro tempo foi um xadrez no gramado, com as defesas prevalecendo. O goleiro Tonho, do América, e o arqueiro do Paulista, Nelsinho, eram meros espectadores de um jogo travado no meio-campo. A torcida do Mecão, que compareceu em bom número, esperava uma faísca. E ela veio na segunda etapa. Aos 22 minutos, após uma jogada envolvente pelo lado direito, a bola chegou aos pés do meio-campista Giba, que, com um toque sutil e preciso, desviou do goleiro adversário, fazendo a rede balançar para a explosão do Teixeirão!
O gol solitário de Giba foi suficiente para selar a vitória. O Paulista tentou reagir, com o atacante Marco Aurélio buscando o empate, mas a zaga americana, comandada com maestria pelo experiente Celso, se manteve firme. O apito final do árbitro trouxe alívio para a torcida e três pontos preciosos para o América, que celebrava uma vitória suada e estratégica em sua jornada pelo Campeonato Paulista de 1985.
O primeiro tempo foi um xadrez no gramado, com as defesas prevalecendo. O goleiro Tonho, do América, e o arqueiro do Paulista, Nelsinho, eram meros espectadores de um jogo travado no meio-campo. A torcida do Mecão, que compareceu em bom número, esperava uma faísca. E ela veio na segunda etapa. Aos 22 minutos, após uma jogada envolvente pelo lado direito, a bola chegou aos pés do meio-campista Giba, que, com um toque sutil e preciso, desviou do goleiro adversário, fazendo a rede balançar para a explosão do Teixeirão!
O gol solitário de Giba foi suficiente para selar a vitória. O Paulista tentou reagir, com o atacante Marco Aurélio buscando o empate, mas a zaga americana, comandada com maestria pelo experiente Celso, se manteve firme. O apito final do árbitro trouxe alívio para a torcida e três pontos preciosos para o América, que celebrava uma vitória suada e estratégica em sua jornada pelo Campeonato Paulista de 1985.