Sobre a Partida
Em uma noite fria de quinta-feira, 31 de outubro de 1985, o Estádio do Pacaembu foi palco de um embate épico pelo Campeonato Paulista. O Corinthians, buscando afirmação pós-Democracia Corintiana e com nomes como Casagrande, Zenon e o artilheiro Serginho Chulapa, recebeu o Guarani, que trazia a juventude e o talento de Evair, a liderança de Mário Sérgio e a solidez de Ricardo Rocha.
A rivalidade entre o Alvinegro da capital e o Bugre do interior sempre prometeu grandes espetáculos, e esta partida não foi diferente em intensidade. O 0 a 0 final não traduziu a tensão e as chances criadas. No primeiro tempo, Casagrande cabeceou com perigo, mas Zé Carlos, o goleiro bugrino, fez uma defesa crucial. Pelo lado do Guarani, Evair, em uma de suas arrancadas fulminantes, obrigou Carlos, o arqueiro corintiano, a se esticar para evitar o gol.
A etapa final viu o Corinthians pressionar. Serginho Chulapa teve um gol anulado por impedimento duvidoso, gerando protestos acalorados. Zenon, com sua classe, tentou de fora da área, mas a bola raspou a trave. O Guarani, inteligente nos contra-ataques, quase marcou com um chute de Boiadeiro que passou rente ao poste. No apito final de Dulcídio Wanderley Boschilia, o empate sem gols selou um duelo tático, onde as defesas brilharam e a pontaria não esteve nos dias mais inspirados dos atacantes. Um ponto para cada, mas a certeza de que a disputa pelo Paulista de 85 seguia acirradíssima.
A rivalidade entre o Alvinegro da capital e o Bugre do interior sempre prometeu grandes espetáculos, e esta partida não foi diferente em intensidade. O 0 a 0 final não traduziu a tensão e as chances criadas. No primeiro tempo, Casagrande cabeceou com perigo, mas Zé Carlos, o goleiro bugrino, fez uma defesa crucial. Pelo lado do Guarani, Evair, em uma de suas arrancadas fulminantes, obrigou Carlos, o arqueiro corintiano, a se esticar para evitar o gol.
A etapa final viu o Corinthians pressionar. Serginho Chulapa teve um gol anulado por impedimento duvidoso, gerando protestos acalorados. Zenon, com sua classe, tentou de fora da área, mas a bola raspou a trave. O Guarani, inteligente nos contra-ataques, quase marcou com um chute de Boiadeiro que passou rente ao poste. No apito final de Dulcídio Wanderley Boschilia, o empate sem gols selou um duelo tático, onde as defesas brilharam e a pontaria não esteve nos dias mais inspirados dos atacantes. Um ponto para cada, mas a certeza de que a disputa pelo Paulista de 85 seguia acirradíssima.