Sobre a Partida
Era uma tarde de domingo tensa no Morumbi, 17 de novembro de 1985. O Clássico Alvinegro fervia sob o sol paulista, com Corinthians e Santos duelando pelo Campeonato Paulista. A Fiel, sedenta por glórias após o fim da Democracia Corintiana, empurrava seu time contra um Peixe aguerrido, em uma fase decisiva da competição. A rivalidade histórica ditava o ritmo da partida antes mesmo do apito inicial.
O Corinthians, comandado por lendas como Wladimir e o faro de gol de Serginho Chulapa, além do jovem e promissor Dunga no meio-campo, buscava a vitória a todo custo. Do outro lado, o Santos contava com a técnica de Dema para tentar furar a defesa corintiana. A tensão era palpável, cada lance um suspiro.
Foi Serginho Chulapa, a 'Bomba Atômica', quem abriu o placar para o Timão, convertendo um pênalti com sua característica frieza, levando o Morumbi ao delírio. Mas o Peixe não se entregou: em uma jogada rápida, Dema, com um chute preciso, conseguiu o empate, silenciando momentaneamente a massa corintiana. O jogo seguiu eletrizante, até que Dunga, com um arremate potente de fora da área, garantiu a vitória corintiana por 2 a 1. Um triunfo suado, mais um capítulo memorável no embate alvinegro.
O Corinthians, comandado por lendas como Wladimir e o faro de gol de Serginho Chulapa, além do jovem e promissor Dunga no meio-campo, buscava a vitória a todo custo. Do outro lado, o Santos contava com a técnica de Dema para tentar furar a defesa corintiana. A tensão era palpável, cada lance um suspiro.
Foi Serginho Chulapa, a 'Bomba Atômica', quem abriu o placar para o Timão, convertendo um pênalti com sua característica frieza, levando o Morumbi ao delírio. Mas o Peixe não se entregou: em uma jogada rápida, Dema, com um chute preciso, conseguiu o empate, silenciando momentaneamente a massa corintiana. O jogo seguiu eletrizante, até que Dunga, com um arremate potente de fora da área, garantiu a vitória corintiana por 2 a 1. Um triunfo suado, mais um capítulo memorável no embate alvinegro.