Major Levy Sobrinho - Limeira, SP
Sobre a Partida
Na noite de 29 de março de 1989, um embate tático e aguerrido tomou conta do gramado do Estádio Major José Levy Sobrinho, o popular Limeirão. A Internacional de Limeira, ainda vivendo o eco glorioso do título paulista de 1986, buscava consolidar sua posição entre os grandes, enfrentando um São Bento de Sorocaba tradicionalmente difícil de ser batido, especialmente fora de casa. O Campeonato Paulista daquele ano era um caldeirão de equipes fortes, e cada ponto era disputado com unhas e dentes.
O placar final de 0 a 0, embora pudesse sugerir monotonia, foi na verdade um reflexo da intensidade defensiva e da luta implacável no meio-campo. Ambas as equipes jogaram com cautela, mas não sem ambição. O jogo foi marcado por lances de pura tensão. Pelo lado da Inter, o meio-campo Careca (o da Inter, não o da Seleção!) arriscou de longe em duas ocasiões, levando perigo ao goleiro Nilson do São Bento, que se mostrava impecável. Aos 28 minutos do segundo tempo, um cabeceio fulminante do atacante Toninho da Inter, após escanteio bem cobrado, explodiu na trave, arrancando um 'uhhh' coletivo da torcida que lotava as arquibancadas.
O São Bento, por sua vez, apostava nos contra-ataques rápidos e na solidez de sua zaga, comandada pelo experiente Mauro. Em uma rara oportunidade no primeiro tempo, o ponta Ademir invadiu a área pela direita, mas seu chute cruzado foi interceptado por uma defesa providencial do zagueiro Chicão da Inter, evitando o que seria o gol visitante. Ao apito final, o zero no placar consolidou um ponto para cada lado, um resultado que, para a Inter, significava a frustração de não vencer em casa, mas para o São Bento, um valioso ponto conquistado fora, confirmando a competitividade de um Paulistão onde cada rodada era uma verdadeira batalha.
O placar final de 0 a 0, embora pudesse sugerir monotonia, foi na verdade um reflexo da intensidade defensiva e da luta implacável no meio-campo. Ambas as equipes jogaram com cautela, mas não sem ambição. O jogo foi marcado por lances de pura tensão. Pelo lado da Inter, o meio-campo Careca (o da Inter, não o da Seleção!) arriscou de longe em duas ocasiões, levando perigo ao goleiro Nilson do São Bento, que se mostrava impecável. Aos 28 minutos do segundo tempo, um cabeceio fulminante do atacante Toninho da Inter, após escanteio bem cobrado, explodiu na trave, arrancando um 'uhhh' coletivo da torcida que lotava as arquibancadas.
O São Bento, por sua vez, apostava nos contra-ataques rápidos e na solidez de sua zaga, comandada pelo experiente Mauro. Em uma rara oportunidade no primeiro tempo, o ponta Ademir invadiu a área pela direita, mas seu chute cruzado foi interceptado por uma defesa providencial do zagueiro Chicão da Inter, evitando o que seria o gol visitante. Ao apito final, o zero no placar consolidou um ponto para cada lado, um resultado que, para a Inter, significava a frustração de não vencer em casa, mas para o São Bento, um valioso ponto conquistado fora, confirmando a competitividade de um Paulistão onde cada rodada era uma verdadeira batalha.