Pacaembu - São Paulo, SP
Sobre a Partida
Era um domingo de maio de 1989, e o Estádio do Morumbi, embora não abarrotado, pulsava com a expectativa de mais uma rodada do Campeonato Paulista. O Corinthians de Émerson Leão, com estrelas como o habilidoso Neto no meio-campo e o jovem Viola no banco, enfrentava o São José-SP, um adversário visto por muitos como azarão. Ninguém imaginava que aquela tarde de 28 de maio reservaria um dos resultados mais surpreendentes daquele Paulistão.
O jogo começou com o Timão tentando impor seu ritmo, mas a defesa do São José, liderada pelo goleiro Zetti (que faria história anos depois no São Paulo), mostrava-se intransponível. Aos 37 minutos do primeiro tempo, em um contra-ataque fulminante, o impensável aconteceu: Careca, atacante do time do Vale do Paraíba, invadiu a área e, com frieza cirúrgica, estufou as redes de Ronaldo, calando a torcida corintiana. 0 a 1!
O segundo tempo foi um verdadeiro ataque contra defesa. Neto tentava de todas as formas, com lançamentos precisos e cobranças de falta perigosas, enquanto Dunga (o volante corintiano da época) brigava por cada bola no meio. Leão lançou Viola na esperança de mudar o panorama, mas nada era suficiente para quebrar a muralha defensiva do São José e a atuação inspirada de Zetti. O apito final do árbitro Dulcídio Wanderley Boschilia confirmou a zebra: o Corinthians, diante de sua torcida, caía para um valente São José, em uma derrota que ecoou como um alerta e se tornaria um marco na campanha de ambos os clubes naquele ano.
O jogo começou com o Timão tentando impor seu ritmo, mas a defesa do São José, liderada pelo goleiro Zetti (que faria história anos depois no São Paulo), mostrava-se intransponível. Aos 37 minutos do primeiro tempo, em um contra-ataque fulminante, o impensável aconteceu: Careca, atacante do time do Vale do Paraíba, invadiu a área e, com frieza cirúrgica, estufou as redes de Ronaldo, calando a torcida corintiana. 0 a 1!
O segundo tempo foi um verdadeiro ataque contra defesa. Neto tentava de todas as formas, com lançamentos precisos e cobranças de falta perigosas, enquanto Dunga (o volante corintiano da época) brigava por cada bola no meio. Leão lançou Viola na esperança de mudar o panorama, mas nada era suficiente para quebrar a muralha defensiva do São José e a atuação inspirada de Zetti. O apito final do árbitro Dulcídio Wanderley Boschilia confirmou a zebra: o Corinthians, diante de sua torcida, caía para um valente São José, em uma derrota que ecoou como um alerta e se tornaria um marco na campanha de ambos os clubes naquele ano.