Santa Cruz - Ribeirão Preto, SP
Sobre a Partida
Em 26 de outubro de 1980, Ribeirão Preto fervia sob o sol de um domingo paulista. No Estádio Santa Cruz, o Botafogo-SP, conhecido por sua força e tradição no interior, recebia o América-SP pelo Campeonato Paulista. O que se seguiu não foi apenas um jogo, mas um verdadeiro espetáculo de superioridade, um massacre que entraria para a história do Pantera.
Desde o apito inicial, o Botafogo impôs seu ritmo avassalador. A defesa do América-SP, comandada por nomes como Toninho Cajuru, não conseguiu conter o ímpeto tricolor. O primeiro golpe veio dos pés do atacante Márcio, abrindo o placar e acendendo a torcida. Pouco depois, Zé Mário, com sua técnica refinada, ampliou, mostrando a que veio. Antes do intervalo, a goleada já se desenhava com o gol de Osvaldo, que seria conhecido anos mais tarde como um dos grandes técnicos brasileiros, mas que ali já mostrava sua inteligência em campo.
Na segunda etapa, a fúria botafoguense não arrefeceu. Geraldão, com sua conhecida raça e força, deixou sua marca, e Márcio voltou a balançar as redes, marcando seu segundo no jogo. Para selar a atuação de gala, Zé Mário também fez seu segundo, fechando o placar em um histórico 6 a 0. Uma tarde inesquecível para o torcedor do Botafogo, que viu seu time trucidar o adversário com uma exibição de gala e uma "dança dos artilheiros" que ecoaria nos campos do Paulistão de 1980.
Desde o apito inicial, o Botafogo impôs seu ritmo avassalador. A defesa do América-SP, comandada por nomes como Toninho Cajuru, não conseguiu conter o ímpeto tricolor. O primeiro golpe veio dos pés do atacante Márcio, abrindo o placar e acendendo a torcida. Pouco depois, Zé Mário, com sua técnica refinada, ampliou, mostrando a que veio. Antes do intervalo, a goleada já se desenhava com o gol de Osvaldo, que seria conhecido anos mais tarde como um dos grandes técnicos brasileiros, mas que ali já mostrava sua inteligência em campo.
Na segunda etapa, a fúria botafoguense não arrefeceu. Geraldão, com sua conhecida raça e força, deixou sua marca, e Márcio voltou a balançar as redes, marcando seu segundo no jogo. Para selar a atuação de gala, Zé Mário também fez seu segundo, fechando o placar em um histórico 6 a 0. Uma tarde inesquecível para o torcedor do Botafogo, que viu seu time trucidar o adversário com uma exibição de gala e uma "dança dos artilheiros" que ecoaria nos campos do Paulistão de 1980.