Pacaembu - São Paulo, SP
Sobre a Partida
Numa gélida noite de segunda-feira, 3 de novembro de 1980, o Estádio do Pacaembu testemunhou mais um capítulo da rivalidade incandescente entre Corinthians e Ponte Preta pelo Campeonato Paulista. O Timão, buscando consolidar sua campanha rumo ao título que viria a conquistar, recebia a Macaca, um adversário sempre traiçoeiro e com a fama de complicar a vida dos grandes. As arquibancadas, pulsando com a paixão alvinegra, esperavam por uma vitória, mas a Ponte de Dicá e Lola prometia luta.
O embate começou estudado, mas a intensidade cresceu após o intervalo. Foi a Ponte Preta quem abriu o placar, calando a multidão. Em uma jogada rápida pela esquerda, a bola encontrou Lola na área, que com frieza, tocou para o fundo das redes de Jairo. A desvantagem despertou o gigante corintiano. Não demorou para o doutor Sócrates, com sua elegância e inteligência habituais, igualar o marcador. Recebeu na intermediária, avançou com a bola colada aos pés e, com um chute preciso e indefensável, venceu o goleiro João Marcos, levando o Pacaembu à euforia. O 1 a 1 persistiu até o apito final, um resultado que, para os corintianos, era um tropeço em casa, mas para a aguerrida Ponte, um ponto conquistado com garra na casa do futuro campeão.
O embate começou estudado, mas a intensidade cresceu após o intervalo. Foi a Ponte Preta quem abriu o placar, calando a multidão. Em uma jogada rápida pela esquerda, a bola encontrou Lola na área, que com frieza, tocou para o fundo das redes de Jairo. A desvantagem despertou o gigante corintiano. Não demorou para o doutor Sócrates, com sua elegância e inteligência habituais, igualar o marcador. Recebeu na intermediária, avançou com a bola colada aos pés e, com um chute preciso e indefensável, venceu o goleiro João Marcos, levando o Pacaembu à euforia. O 1 a 1 persistiu até o apito final, um resultado que, para os corintianos, era um tropeço em casa, mas para a aguerrida Ponte, um ponto conquistado com garra na casa do futuro campeão.