Central Parque Pereira - Outros, Ou, os
Público: 22.000
Sobre a Partida
No dia 2 de dezembro de 1923, a lendária seleção do Uruguai protagonizou uma vitória memorável contra a Argentina na Copa América realizada em Montevidéu, consolidando sua hegemonia na América do Sul. O clássico sul-americano, já carregado de muita rivalidade, foi palco de uma exibição tática e técnica que encantou o público presente. O Estádio Parque Central, casa do Peñarol, recebeu uma multidão ansiosa para testemunhar o duelo entre dois dos maiores rivais do continente. O Uruguai, comandado por nomes como Pedro Petrone e José Andrade, dominou a partida e garantiu a vitória por 2 a 0, com gols marcados ainda no primeiro tempo, criando uma vantagem confortável. A defesa uruguaia, compacta e implacável, conseguiu neutralizar as investidas argentinas, que contavam com talentos como Manuel Seoane. Este triunfo foi fundamental para o Uruguai, que buscava reafirmar sua supremacia regional antes dos grandes desafios mundiais que viriam na década de 1920. A vitória sobre a Argentina não apenas garantiu pontos valiosos na competição, mas também elevou o moral do time que se tornaria bicampeão olímpico e, pouco depois, campeão da primeira Copa do Mundo em 1930. A partida de 1923 é lembrada como um marco na história do futebol sul-americano, simbolizando a rivalidade intensa e o talento que caracterizariam os confrontos entre Uruguai e Argentina por décadas.
Gols
28'
Petrone
43'
Pascual Somma
Escalações
Uruguai
Titulares
-
Nasazzi
DEF
-
Pascual Somma
MEC
-
José Vidal
MEC
-
Leonardo De Lucca
TEC
-
Fermín Uriarte
ZAD
-
Pedro Casella
GOL
-
Ladislao Pérez
ATA
-
Alfredo Juan Ghierra
MEC
-
Andrade
MEI
-
José Pedro CEA
MEC
-
Petrone
ATA
-
Scarone
MEI
Argentina
Titulares
-
Antonio DE MIGUEL
ATA
-
Vicente Aguirre
ATA
-
Adán Loizo
ATA
-
Blas Saruppo
ATA
-
Juan Carlo Iribarren
ZAD
-
Ludovico Bidoglio
ZAD
-
Cesáreo Juan Onzari
ATA
-
Luís Vaccaro
MEC
-
Angel Vazquez
TEC
-
Américo Miguel Tesoriere
GOL
-
Angel Segundo Médice
MEC
-
Emilio Solari
MEC
Arbitragem
Árbitro
Antônio Carneiro de Campos