Sobre a Partida
Milão, 3 de junho de 1934. Sob um céu cinzento e uma chuva impiedosa que transformou o gramado do San Siro em um verdadeiro pântano, a Itália de Vittorio Pozzo enfrentava o temido “Wunderteam” da Áustria de Hugo Meisl, em uma semifinal da Copa do Mundo que prometia ser épica. A pressão sobre os Azzurri, anfitriões e sob os olhos atentos do regime fascista, era imensa. Do outro lado, Matthias Sindelar, o “Homem de Papel”, prometia a arte de seu futebol técnico e virtuoso.
Mas a lama era a grande niveladora. O jogo de passes curtos e precisos da Áustria se desintegrava nas poças, enquanto a Itália, mais física e aguerrida, aproveitava as condições adversas. Aos 19 minutos, a controvérsia explodiu: após uma disputa acirrada na área, com o goleiro austríaco Peter Platzer caindo, a bola sobrou para o ítalo-argentino Enrique Guaita empurrar para as redes. O gol foi validado, apesar dos veementes protestos austríacos de falta no goleiro ou impedimento.
A partir daí, foi uma batalha implacável. Luis Monti, o volante naturalizado, dominava o meio-campo com sua força bruta e inteligência tática, anulando os lampejos de Sindelar e Josef Smistik. Giuseppe Meazza e Raimundo Orsi tentavam ampliar, mas a defesa austríaca resistia bravamente. No apito final, o placar magro de 1 a 0 era suficiente. A Itália, entre a glória e a polêmica, avançava à final, deixando para trás um Wunderteam frustrado e uma lembrança de um jogo sob condições épicas e uma decisão controversa, mas vitoriosa.
Mas a lama era a grande niveladora. O jogo de passes curtos e precisos da Áustria se desintegrava nas poças, enquanto a Itália, mais física e aguerrida, aproveitava as condições adversas. Aos 19 minutos, a controvérsia explodiu: após uma disputa acirrada na área, com o goleiro austríaco Peter Platzer caindo, a bola sobrou para o ítalo-argentino Enrique Guaita empurrar para as redes. O gol foi validado, apesar dos veementes protestos austríacos de falta no goleiro ou impedimento.
A partir daí, foi uma batalha implacável. Luis Monti, o volante naturalizado, dominava o meio-campo com sua força bruta e inteligência tática, anulando os lampejos de Sindelar e Josef Smistik. Giuseppe Meazza e Raimundo Orsi tentavam ampliar, mas a defesa austríaca resistia bravamente. No apito final, o placar magro de 1 a 0 era suficiente. A Itália, entre a glória e a polêmica, avançava à final, deixando para trás um Wunderteam frustrado e uma lembrança de um jogo sob condições épicas e uma decisão controversa, mas vitoriosa.
Gols
19'
Guaita
Escalações
Itália
Titulares
-
Vittorio Pozzo
TEC
-
Guaita
ATA
-
Ferraris
MEI
-
Shiavio
ATA
-
Orsi
ATA
-
Bertolini
MEI
-
Monti
MEI
-
Allemandi
DEF
-
Ferrari
MEI
-
Monzeglio
DEF
-
Meazza
MEI
-
Combi
GOL
Áustria
Titulares
-
Bican
ATA
-
Sindelar
ATA
-
Zischek
ATA
-
Schall
ATA
-
Viertl
ATA
-
Wagner
MEI
-
Sesta
DEF
-
Cisar
DEF
-
Smistik
DEF
-
Platzer
GOL
-
Hugo Meisl
TEC
-
Urbanek
DEF
Arbitragem
Árbitro
Eklind
Árbitro
Eklind
Árbitro
Eklind