Sobre a Partida
O sol inclemente de Belo Horizonte era a testemunha silenciosa de um reencontro mundial. Em 25 de junho de 1950, no modesto mas vibrante Estádio Independência, Iugoslávia e Suíça inauguravam suas campanhas na Copa do Mundo do Brasil. A expectativa era alta, especialmente para a forte equipe iugoslava, recheada de talentos em busca de afirmar-se no cenário pós-guerra.
Desde o apito inicial, ficou claro qual equipe ditaria o ritmo. A Iugoslávia, com seu futebol técnico e envolvente, comandou as ações. Não demorou para que Kosta Tomašević, um atacante de faro apurado, abrisse o placar aos 18 minutos, incendiando a torcida presente. A Suíça lutava com bravura, tentando conter o ímpeto adversário, mas a genialidade iugoslava era palpável. Pouco antes do intervalo, Stjepan Bobek, o maestro da equipe e um dos maiores jogadores da história iugoslava, ampliou aos 40 minutos, mostrando sua rara combinação de técnica e inteligência tática.
No segundo tempo, a tônica permaneceu a mesma. Rajko Mitić, outro craque da Iugoslávia, orquestrava o meio-campo, e a defesa suíça se desdobrava para evitar uma goleada maior. Contudo, aos 81 minutos, Tomašević reapareceu, selando a vitória com seu segundo gol na partida. Um triunfo categórico de 3 a 0 que não apenas garantiu os primeiros pontos à Iugoslávia, mas também enviou um aviso aos outros concorrentes do Grupo A: aquela equipe tinha ambições e futebol para ir longe no primeiro Mundial pós-guerra.
Desde o apito inicial, ficou claro qual equipe ditaria o ritmo. A Iugoslávia, com seu futebol técnico e envolvente, comandou as ações. Não demorou para que Kosta Tomašević, um atacante de faro apurado, abrisse o placar aos 18 minutos, incendiando a torcida presente. A Suíça lutava com bravura, tentando conter o ímpeto adversário, mas a genialidade iugoslava era palpável. Pouco antes do intervalo, Stjepan Bobek, o maestro da equipe e um dos maiores jogadores da história iugoslava, ampliou aos 40 minutos, mostrando sua rara combinação de técnica e inteligência tática.
No segundo tempo, a tônica permaneceu a mesma. Rajko Mitić, outro craque da Iugoslávia, orquestrava o meio-campo, e a defesa suíça se desdobrava para evitar uma goleada maior. Contudo, aos 81 minutos, Tomašević reapareceu, selando a vitória com seu segundo gol na partida. Um triunfo categórico de 3 a 0 que não apenas garantiu os primeiros pontos à Iugoslávia, mas também enviou um aviso aos outros concorrentes do Grupo A: aquela equipe tinha ambições e futebol para ir longe no primeiro Mundial pós-guerra.
Gols
60'
Tomasevic
70'
Tomasevic
75'
Ognjanov
Escalações
Iugoslávia
Titulares
-
Djajic
MEI
-
Cajkovski
ATA
-
Tomasevic
ATA
-
Jovanovic
MEI
-
Mrkusic
GOL
-
Milorad Arsenijevic
TEC
-
Vukas
ATA
-
Bobek
ATA
-
Mitic
ATA
-
Horvat
DEF
-
Stankovic
DEF
-
Ognjanov
ATA
Suíça
Titulares
-
Antenen
ATA
-
Bader
ATA
-
Stuber
GOL
-
Tamini
ATA
-
Quinche
MEI
-
Lusenti
MEI
-
Franco Andreoli
TEC
-
Neury
DEF
-
Fatton
ATA
-
Eggimann
MEI
-
Bocquet
MEI
-
Bickel
ATA
Arbitragem
Árbitro
Galeati