Sobre a Partida
O ano é 1950 e a Copa do Mundo no Brasil desdobrava-se com uma fase final em grupo, um formato único. Em uma tarde de 13 de julho, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, dois titãs do futebol mundial, Uruguai e Suécia, travaram uma batalha que moldaria o destino da Celeste. O Uruguai, retornando aos holofotes após um hiato de duas décadas, buscava reafirmar sua glória, enquanto os suecos, de desempenho consistente, miravam uma surpresa.
Os guerreiros nórdicos chocaram os sul-americanos logo cedo. Karl-Erik Palmér abriu o placar aos 4 minutos, e Stig Sundqvist ampliou aos 33, deixando a torcida uruguaia em descrença. Mas o Uruguai, conhecido por sua lendária 'garra charrúa', recusou-se a ceder. O futuro herói do Maracanazo, Alcides Ghiggia, diminuiu a diferença aos 39 minutos, um lampejo de esperança antes do intervalo. O segundo tempo foi um testemunho da resiliência uruguaia. Sob a liderança firme do capitão Obdulio Varela, a Celeste pressionou implacavelmente. Foi Óscar Míguez, o atacante com faro de gol, quem se tornou o salvador, balançando as redes duas vezes, aos 77 e 84 minutos. O estádio explodiu enquanto o Uruguai completava uma virada magnífica, transformando uma desvantagem de 2 a 0 em uma dramática vitória por 3 a 2. Este triunfo suado foi mais que apenas três pontos; foi uma declaração de intenções, um passo vital rumo ao impensável.
Os guerreiros nórdicos chocaram os sul-americanos logo cedo. Karl-Erik Palmér abriu o placar aos 4 minutos, e Stig Sundqvist ampliou aos 33, deixando a torcida uruguaia em descrença. Mas o Uruguai, conhecido por sua lendária 'garra charrúa', recusou-se a ceder. O futuro herói do Maracanazo, Alcides Ghiggia, diminuiu a diferença aos 39 minutos, um lampejo de esperança antes do intervalo. O segundo tempo foi um testemunho da resiliência uruguaia. Sob a liderança firme do capitão Obdulio Varela, a Celeste pressionou implacavelmente. Foi Óscar Míguez, o atacante com faro de gol, quem se tornou o salvador, balançando as redes duas vezes, aos 77 e 84 minutos. O estádio explodiu enquanto o Uruguai completava uma virada magnífica, transformando uma desvantagem de 2 a 0 em uma dramática vitória por 3 a 2. Este triunfo suado foi mais que apenas três pontos; foi uma declaração de intenções, um passo vital rumo ao impensável.
Gols
5'
Palmer
39'
Ghiggia
40'
Sundqvist
77'
Miguez
85'
Miguez
Escalações
Uruguai
Titulares
-
Perez
ATA
-
Gonzales
DEF
-
Vidal
ATA
-
Ghiggia
ATA
-
Paz
GOL
-
Schiaffino
ATA
-
Varela
DEF
-
Andrade
MEI
-
Gambetta
MEI
-
Tejera
DEF
-
Juan Lopez
TEC
-
Miguez
ATA
Suécia
Titulares
-
Johansson II
MEI
-
Jonsson
-
Palmer
ATA
-
Sundqvist
ATA
-
Jeppsson
ATA
-
Gard
MEI
-
Andersson
MEI
-
Samuelsson
DEF
-
Nilsson
DEF
-
Svensson
GOL
-
George Raynor
TEC
-
Mellberg
ATA
Arbitragem
Árbitro
Galeati
Árbitro
Galeati
Árbitro
Galeati