Sobre a Partida
Na pitoresca Suíça de 1954, a Azzurra, ferida e ainda assombrada pela tragédia de Superga de 1949, travava uma batalha pela sobrevivência na Copa do Mundo. Após uma derrota inicial para a anfitriã Suíça, o confronto de 20 de junho contra a Bélgica, no St. Jakob-Park em Basel, não era apenas um jogo, mas um clamor por redenção. A Itália, bicampeã mundial, via sua reputação em jogo.
O primeiro tempo foi de tensão palpável, com a Bélgica se defendendo bravamente. Contudo, a astúcia italiana prevaleceu pouco antes do intervalo: Egisto Pandolfini, com um toque de classe aos 41 minutos, rompeu o muro belga, levando um alívio temporário aos corações italianos.
A segunda etapa começou com a Itália determinada a não deixar dúvidas. Apenas três minutos após o reinício, Amleto Frignani ampliou a vantagem, consolidando a superioridade técnica da Azzurra. Com o lendário Giampiero Boniperti orquestrando o meio-campo, a equipe ditava o ritmo. Boniperti, o craque da Juventus, deixou sua marca aos 78 minutos, elevando o placar para 3 a 0 e parecendo selar a vitória.
Embora Léopold Anoul tenha conseguido um gol de honra para a Bélgica aos 81 minutos, mostrando que os Diabos Vermelhos não se rendiam facilmente, a resposta italiana foi imediata. Carlo Galli, aos 84, restaurou a diferença e fechou o placar em 4 a 1. Foi uma vitória essencial, um respiro para a Itália, que mantinha viva a esperança de avançar, ainda que o caminho, com um playoff contra a Suíça, prometesse ser árduo. A Azzurra havia mostrado seu valor, mas o desafio maior ainda estava por vir.
O primeiro tempo foi de tensão palpável, com a Bélgica se defendendo bravamente. Contudo, a astúcia italiana prevaleceu pouco antes do intervalo: Egisto Pandolfini, com um toque de classe aos 41 minutos, rompeu o muro belga, levando um alívio temporário aos corações italianos.
A segunda etapa começou com a Itália determinada a não deixar dúvidas. Apenas três minutos após o reinício, Amleto Frignani ampliou a vantagem, consolidando a superioridade técnica da Azzurra. Com o lendário Giampiero Boniperti orquestrando o meio-campo, a equipe ditava o ritmo. Boniperti, o craque da Juventus, deixou sua marca aos 78 minutos, elevando o placar para 3 a 0 e parecendo selar a vitória.
Embora Léopold Anoul tenha conseguido um gol de honra para a Bélgica aos 81 minutos, mostrando que os Diabos Vermelhos não se rendiam facilmente, a resposta italiana foi imediata. Carlo Galli, aos 84, restaurou a diferença e fechou o placar em 4 a 1. Foi uma vitória essencial, um respiro para a Itália, que mantinha viva a esperança de avançar, ainda que o caminho, com um playoff contra a Suíça, prometesse ser árduo. A Azzurra havia mostrado seu valor, mas o desafio maior ainda estava por vir.
Gols
41'
Pandolfini
48'
Galli
58'
Frignani
78'
Lorenzi
81'
Anoul
Escalações
Itália
Titulares
-
Lajos Czeizler
TEC
-
Galli
ATA
-
Frignani
ATA
-
Cappello
ATA
-
Lorenzi
ATA
-
Pandolfini
ATA
-
Nesti
MEI
-
Tognon
MEI
-
Neri
DEF
-
Magnini
DEF
-
Giacomazzi
DEF
-
Ghezzi
GOL
Bélgica
Titulares
-
Mees
MEI
-
Van den Bosch
ATA
-
Coppens
ATA
-
Mermans
ATA
-
Carre
MEI
-
Huysmans
MEI
-
Van Brandt
DEF
-
Dries
DEF
-
Gernaey
GOL
-
Doug Livingstone
TEC
-
Anoul
ATA
Arbitragem
Árbitro
Steiner
Árbitro
Steiner
Árbitro
Steiner