Sobre a Partida
Malmö, 8 de junho de 1958. O ar nórdico testemunhava o embate entre os campeões mundiais da Alemanha Ocidental e a talentosa Argentina, em seu retorno aos holofotes de uma Copa. A expectativa era imensa, um choque de filosofias: a pragmática força germânica contra a arte sul-americana.
Os 'hermanos' chocaram os defensores do título logo aos 3 minutos. O lendário Omar Corbatta, de pênalti, silenciou o estádio e deu a largada empolgante para a 'Albiceleste'. No entanto, a Mannschaft, liderada pelo veterano Fritz Walter e pela experiência de Helmut Rahn, não se abalou. Rahn, herói de 54, mostrou sua veia artilheira e empatou a partida aos 32 minutos, com um chute que explodiu nas redes.
Pouco antes do intervalo, o jovem prodígio Uwe Seeler, estrela em ascensão, virou o placar aos 42 minutos, levando a Alemanha para o vestiário com a vantagem. A Argentina, com nomes como Labruna e Rossi, tentava reagir com seu futebol vistoso, mas esbarrava na solidez defensiva alemã. No segundo tempo, a experiência alemã prevaleceu. Rahn, novamente ele, sacramentou a vitória por 3 a 1 aos 79 minutos, com um gol que definiu o rumo do jogo.
Foi um duro golpe para a Argentina, que, apesar de seu talento individual, sentiu o peso do palco mundial e a falta de rodagem em Copas. Para a Alemanha, uma largada vitoriosa na defesa de seu título, demonstrando que o 'Milagre de Berna' não havia sido um acaso e que uma nova geração estava pronta para brilhar.
Os 'hermanos' chocaram os defensores do título logo aos 3 minutos. O lendário Omar Corbatta, de pênalti, silenciou o estádio e deu a largada empolgante para a 'Albiceleste'. No entanto, a Mannschaft, liderada pelo veterano Fritz Walter e pela experiência de Helmut Rahn, não se abalou. Rahn, herói de 54, mostrou sua veia artilheira e empatou a partida aos 32 minutos, com um chute que explodiu nas redes.
Pouco antes do intervalo, o jovem prodígio Uwe Seeler, estrela em ascensão, virou o placar aos 42 minutos, levando a Alemanha para o vestiário com a vantagem. A Argentina, com nomes como Labruna e Rossi, tentava reagir com seu futebol vistoso, mas esbarrava na solidez defensiva alemã. No segundo tempo, a experiência alemã prevaleceu. Rahn, novamente ele, sacramentou a vitória por 3 a 1 aos 79 minutos, com um gol que definiu o rumo do jogo.
Foi um duro golpe para a Argentina, que, apesar de seu talento individual, sentiu o peso do palco mundial e a falta de rodagem em Copas. Para a Alemanha, uma largada vitoriosa na defesa de seu título, demonstrando que o 'Milagre de Berna' não havia sido um acaso e que uma nova geração estava pronta para brilhar.
Gols
2'
Corbatta
32'
Rahn
40'
Seeler
79'
Rahn
Escalações
Alemanha
Titulares
-
Herkenrath
GOL
-
Juskowiak
DEF
-
Schmidt
MEI
-
Schaefer
ATA
-
Szymaniak
MEI
-
Erhardt
DEF
-
Sepp Herberger
TEC
-
Walter
MEI
-
Eckel
MEI
-
Rahn
ATA
-
Seeler
ATA
-
Stollenwerk
DEF
Argentina
Titulares
-
Carrizo
GOL
-
Rojas
ATA
-
Prado
ATA
-
Rossi
MEI
-
Cruz
ATA
-
Dellacha
MEI
-
Vairo
DEF
-
Stabile
TEC
-
Lombardo
DEF
-
Corbatta
ATA
-
Varacka
VOL
-
Menendez
ATA
Arbitragem
Árbitro
R. Leafe